Marquise desaba nos Jardins, em SP, e deixa um morto e um ferido

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um homem morreu e outro ficou ferido após o desabamento de uma marquise na rua Bela Cintra, na região dos Jardins, em São Paulo.

Não há até o momento informações sobre a identidade das vítimas, ambos adultos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem que sobreviveu sofreu traumatismo no tórax e foi levado para o pronto-socorro do Hospital Sírio-Libanês. Seis viaturas foram encaminhadas ao local.

O trânsito no trecho da rua Bela Cintra entre as alamedas Franca e Tietê, onde fica o edifício, foi bloqueado.

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    Ciência
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    Coronavírus: Brasil lidera mortes em 24 horas no mundo, diz OMS

    O Brasil foi o país que mais registrou mortes por coronavírus nas últimas 24 horas no mundo, na última sexta-feira (3), segundo a OMS.

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    Política
    Folhapress

    Sem máscara, Bolsonaro comemora independência dos EUA com embaixador

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - No dia em que o Brasil registrou 63.409 mortes por coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e auxiliares participaram, neste sábado (4) de um almoço na casa do embaixador americano no Brasil, Todd Chapman, para comemorar a independência dos EUA. Bolsonaro divulgou em sua rede social fotos em que ele, Chapman e outras seis pessoas aparecem todas sem máscaras: Lorenzo Harris, adido de Defesa dos EUA; general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo; general Fernando Azevedo (Defesa); Ernesto Araújo (Relações Exteriores); general Walter Braga Netto (Casa Civil) e o almirante Flávio Rocha, secretário especial de Assuntos Estratégicos do governo brasileiro. Em outra foto publicada pelo brasileiro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, também aparece sem máscara. Do lado de fora da residência do embaixador, no Lago Sul, área nobre de Brasília, havia uma estrutura que contava com três viaturas da Polícia Militar, uma da Secretaria de Segurança do DF, além de uma ambulância e um caminhão do Corpo de Bombeiros. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump deu início à celebração da data já na sexta-feira (3) em um anfiteatro lotado em em Monte Rushmore. De acordo com a imprensa local, Trump mal mencionou o ressurgimento da pandemia, mesmo quando o país superou 53.000 novos casos na sexta-feira e as autoridades de saúde de todo o país instaram os americanos a reduzir suas comemorações de 4 de julho. Neste sábado, Trump e a primeira-dama americana, Melania, planejam realizar a "Saudação à América", diante da Casa Branca, o que deve causar aglomerações. Antes de comparecer ao almoço, Bolsonaro foi a Santa Catarina sobrevoar áreas atingidas pelo ciclone-bomba nesta semana. Após o almoço, o presidente retornou ao Palácio do Alvorada. Em um vídeo da embaixada dos Estados Unidos, publicado nas redes sociais para celebrar a data, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, disse que a relação atual entre os dois países é "sem precedentes" e se apresenta como uma "verdadeira aliança". "Essa aliança, essa relação tão especial que estamos construindo, graças à orientação do presidente Bolsonaro e do presidente Trump, é uma relação muito frutífera, que tem dado resultados em função dos nossos interesses, dos dois países, na economia, na tecnologia, na segurança, na promoção da democracia", disse o chanceler brasileiro, que também louvou o modelo de sociedade construída pelos Estados Unidos a partir da independência, em 1776. No mesmo vídeo, o embaixador Todd Chapman também exaltou o relacionamento entre Washington e Brasília, mencionou a luta contra o coronavírus e relembrou o assassinato de George Floyd, morto por um policial branco, que deu início a uma série de violentos protestos e impulsionou o movimento "Black Lives Matter" (vidas negras importam). "Nos Estados Unidos, nós também estamos profundamente perturbados pela morte injusta e brutal de George Floyd e a triste lembrança de nossa contínua necessidade de enfrentar a injustiça racial e todo tipo de desigualdade social."

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    Coronavírus: o que é a vitamina K e o que as pesquisas dizem de seu efeito contra covid-19

    A vitamina K ganhou destaque recentemente, depois da divulgação de um estudo holandês que apontou uma relação entre os piores resultados de saúde dos pacientes com covid-19 e os níveis reduzidos de vitamina K.

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    Advogado de vítimas diz que socialite presa nos EUA por aliciar meninas pode se matar ou 'ser silenciada' por saber demais

    Enquanto a "cafetina" de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell, passa seus primeiros dias atrás das...

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    Narendra Modi visita região de confronto com China

    Depois de um violento confronto na fronteira com a China, o premiê indiano visitou nesta sexta-feira a região.

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    Um decreto publicado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (1°) regulamentou algumas...

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    Foto publicada por Eduardo Bolsonaro foi tirada no governo Dilma

    "Alô esquerda, esse é o segredo! Trabalhar e não roubar", afirmou o deputado em postagem.

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    Ciência
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    Qual será a espécie dominante na Terra se os seres humanos forem extintos?

    Aconteceu com os dinossauros, e pode acontecer conosco. Mas não é fácil descobrir quem dominaria o planeta se deixássemos de existir.

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    Política
    Folhapress

    TJ-SP aposenta magistrada 24 horas após promoção pelo teto salarial

    O Tribunal de Justiça de São Paulo aposentou uma magistrada apenas um dia após ela ter sido promovida a desembargadora, função que ganha o teto do salário do Judiciário no estado.

  • Primeira-dama Bia Doria diz que não é correto dar comida ou roupa para moradores de rua
    Notícias
    Folhapress

    Primeira-dama Bia Doria diz que não é correto dar comida ou roupa para moradores de rua

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Presidente do Fundo Social de São Paulo, a primeira-dama Bia Doria recebeu a socialite Val Marchiori no Palácio dos Bandeirantes, sedo do governo paulista, nesta quinta-feira (2). Na entrevista, a mulher do governador João Doria (PSDB) disse que não se deve dar marmita para os moradores de rua porque eles têm que se conscientizar de que têm que sair da rua, um local que hoje, segundo ela, é confortável para eles. "As pessoas que estão na rua... Não é correto você chegar lá na rua e dar marmita, porque a pessoa tem que se conscientizar de que ela tem que sair da rua. A rua hoje é um atrativo, a pessoa gosta de ficar na rua", diz Bia Doria. "A pessoa quer receber comida, roupa, uma ajuda, e não quer nenhuma responsabilidade. Isso está muito errado. Se a gente quer viver em um país...", diz Bia Doria, que é interrompida por Val, que diz que "todo mundo tem suas responsabilidades." Bia responde "sim, nós temos. Se a gente não pagar nossas contas...", ao que Val replica "a gente vai para o cartório, querida, hello. E o povo fala". Sentadas lado a lado, elas usaram máscaras durante parte da conversa, mas depois tiraram. No início do encontro, brincaram que não usá-las é passível de multa em São Paulo. Presidido por Bia Doria, o Fundo Social de São Paulo foi criado em 1968 e tem como objetivo instituir programas sociais destinados a atender pessoas em situação de vulnerabilidade social.

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    Empresário próximo de Queiroz diz que caseiro era olheiro de Wassef em Atibaia

    Um empresário de Atibaia que frequentava a casa onde o ex-assessor Fabrício Queiroz ficou hospedado...

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    Decotelli atualiza currículo e diz que foi ministro da Educação por cinco dias

    O economista Carlos Alberto Decotelli atualizou seu currículo com a informação de que foi ministro da Educação durante cinco dias, mesmo sem ter tomado posse para o cargo.

  • O que está por trás da escalada de insatisfação de procuradores federais com Augusto Aras
    Política
    HuffPost Brasil

    O que está por trás da escalada de insatisfação de procuradores federais com Augusto Aras

    Membros do Ministério Público contestam movimento do procurador-geral da República de tentar esvaziar forças-tarefas, como a Lava Jato. Há preocupação com desgaste da PGR por "interesses privados".

  • 'Uma loucura', diz ex-presidente colombiano e Nobel da Paz sobre ações de Bolsonaro na pandemia
    Política
    BBC News Brasil

    'Uma loucura', diz ex-presidente colombiano e Nobel da Paz sobre ações de Bolsonaro na pandemia

    O ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos disse à BBC News Brasil que governo brasileiro, "em vez de ajudar, está contribuindo para piorar o problema" da covid-19. Ele acha que os presidentes da região deveriam chamar Bolsonaro "à sensatez".

  • Política
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    Em novo depoimento, Queiroz diz que esperava ser assessor de Flávio Bolsonaro no Senado

    Em novo depoimento prestado na quinta-feira, o ex-assessor Fabrício Queiroz afirmou ao Ministério...

  • Quem é Renato Feder, 4º ministro da Educação do governo Bolsonaro
    Notícias
    HuffPost Brasil

    Quem é Renato Feder, 4º ministro da Educação do governo Bolsonaro

    Escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para suceder Carlos Decotelli nocomando do Ministerio da Educaçao, Renato Feder teve uma ascensao meteorica nouniverso da educaçao.

  • Bolsonaro negocia com militares de baixa patente para evitar protestos
    Política
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    Bolsonaro negocia com militares de baixa patente para evitar protestos

    O presidente Jair Bolsonaro autorizou a abertura de negociações com militares de baixa patente, reservistas e pensionistas que se incomodaram com o reajuste salarial concedido pelo governo aos cargos mais altos das Forças Armadas.

  • Operação sobre Serra abala PSDB e cria dilema para Doria
    Política
    Folhapress

    Operação sobre Serra abala PSDB e cria dilema para Doria

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A investida da Operação Lava Jato sobre o senador José Serra (PSDB-SP) abalou a cúpula do tucanato e apresentou um novo dilema para o maior expoente da sigla, o governador João Doria (SP). Amigos próximos do tucano não conseguiram conversar com ele, que está confinado em uma praia na Bahia desde o começo da pandemia da Covid-19, em um primeiro momento. O clima na velha guarda do partido é de desalento. Não que a ação em si, que envolveu busca e apreensão e a denúncia do senador, tenha pego alguém de surpresa. Há meses aliados de Serra comentavam sobre a possibilidade, e se diziam preocupados especialmente com a mira sobre a filha dele, Verônica. Mas, uma vez ocorrida, a ficha caiu de vez para dirigentes. É mais um grão-tucano, integrante da turma que fundou o partido e deu a estrutura para que ele se tornasse o principal ator da política brasileira a partir de 1994, ao lado do PT, abatido. A avaliação inicial das lideranças é de que as acusações são graves e colocam Serra numa posição difícil, juridicamente. Do ponto de vista político, independentemente do mérito do que a Lava Jato apura, o estrago parece irremediável. E isso afeta o PSDB como um todo, como de resto o PT e outros partidos já foram. Basta ver as chances do partido de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições municipais deste ano para entender as dificuldades, mesmo com o desastre político do governo Jair Bolsonaro, de voltar ao jogo competitivo nacional. Nos últimos anos, entre os tucanos caíram em desgraça figurões como Aécio Neves, que por muito pouco não virou presidente na eleição de 2014, e os ex-governadores Marconi Perillo (Goiás) e Eduardo Azeredo (Minas Gerais, que chegou a ser preso e deixou a sigla). O nome do operador Paulo Vieira de Souza tornou-se símbolo da toxicididade do longo reinado do partido em São Paulo, que governa nominalmente desde 1995, com exceção de dois interregnos de vices aliados. Para alento relativo da nova geração que comanda o PSDB, a velha guarda tem esse nome justamente por não estar mais dando as cartas como antes. Serra, apesar de ter mandato, não tinha mais peso decisivo em decisões internas da sigla há algum tempo. O grupo histórico vinha apostando na figura do governador gaúcho, Eduardo Leite, como herdeiro de seu capital político dentro da sigla, já que a relação do grão-tucanato com o Doria nunca foi das mais próximas. Na prática, contudo, é o paulista quem manda no partido. E por isso a conta do episódio com Serra preocupa seus aliados. Doria, desde sua ascensão meteórica de relativo desconhecido a prefeito de São Paulo em 2016, sempre se pautou pelo discurso da intolerância no campo ético. Sempre foi um entusiasta da Lava Jato e do então juiz Sergio Moro, que encarnava a operação. Afastou de seu governo, já no Palácio dos Bandeirantes, aliados vitais como Gilberto Kassab (PSD) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), enrolados com acusações diversas. O tucano ensaiou um embate para expulsar Aécio do PSDB, e perdeu até aqui. Aliados dele se perguntam se teria coragem de fazer o mesmo com Serra, caso as denúncias tomem corpo como realidade. O dilema aumenta em intensidade porque Doria é hoje o principal presidenciável na praça. O tucano assumiu o protagonismo na frente de governadores que se opõe ao governo Jair Bolsonaro, particularmente no manejo da crise do novo coronavírus. Ele tem trabalhado em conjunto com o DEM e com o MDB para formar o embrião de uma aliança que o viabilize como candidato em 2022, ou que o posicione para uma disputa-relâmpago na hipótese de a chapa Bolsonaro-Hamilton Mourão ser cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Débitos no campo da corrupção, por maior que seja a distância entre Serra e Doria, cairão na conta do governador. Além do fastio do eleitorado com corrupção, do lado adversário poderá também estar não só Bolsonaro, mas o agora ex-ministro Moro e seu discurso moralizante. O tucano está de mãos amarradas porque tudo o que surgiu até aqui contra o senador ainda precisa ser materializado. Se Serra fosse culpado de forma indiscutível, Doria poderia defender um expurgo geral no PSDB. Como isso não está colocado, a tendência é sangrar junto com o partido. Ou, como sempre especulam seus aliados, buscar uma outra sigla para seguir seu projeto.

  • O toque de Midas
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    AFP

    O toque de Midas

    Há um lugar no Vietnã onde tudo que reluz é realmente ouro. E não precisa ser o rei Midas para desfrutar do brilho do cobiçado metal. Basta ter 250 dólares e se hospedar na capital Hanói.

  • MS: 1.290 óbitos em 24h por Covid-19
    Notícias
    AFP

    MS: 1.290 óbitos em 24h por Covid-19

    O Brasil bateu a marca de 1,5 milhão de casos confirmados acumulados desde o início da pandemia de covid-19. O número foi divulgado na atualização diária do Ministério da Saúde nesta sexta-feira.