Após quase 1 ano de massacre, escola Raul Brasil retomará atividades em abril

Escola Raul Brasil retomará atividades em abril - Foto: Zanone Fraissat/Folhapress

O canteiro de obras já mostra a nova cara da Raul Brasil, colégio que ficou nacionalmente conhecido por ter sido alvo de um massacre que completa um ano nesta sexta-feira (13).

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Com 90% da reforma concluída, o colégio de Suzano quer virar a página do episódio que abalou alunos, professores e moradores da cidade da Grande SP.

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Na manhã desta segunda (9), a Folha de S.Paulo e outros veículos de imprensa conheceram de perto as intervenções que já duram cinco meses e estão sendo feitas em pouco mais de 2.000 metros quadrados de área do colégio.

O cronograma inicial previa a entrega do colégio reformado até o final deste mês, o que não será cumprido, segundo Rossieli Soares, secretário de Educação da gestão Doria (PSDB). "Por conta das chuvas, a obra só ficará pronta em meados de abril", disse.

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Além de novos blocos, de arquitetura típica de escola pública, a reforma tem buscado dar uma nova roupagem aos espaços em que alunos e professores foram mortos a tiros.

Naquele 13 de março de 2019, o ex-aluno Guilherme Taucci, 17, e Luiz Henrique de Castro, 25, entraram no colégio armados e executaram o atentado no estilo dos ocorridos nos EUA.

Eles aproveitaram o intervalo das aulas e mataram a tiros cinco estudantes e duas funcionárias; antes de chegarem à escola, haviam matado um empresário, tio de Guilherme.

Ao final do massacre e percebendo a chegada da polícia, Guilherme matou seu comparsa e se suicidou.

A principal mudança ocorreu no portão de entrada dos alunos. A antiga estrutura, por onde os atiradores tiveram acesso à escola pela rua Otávio Miguel da Silva, foi desativada.

Após a reforma, os estudantes terão acesso ao colégio pela rua José Garcia de Souza. Outro corredor será construído ao lado para uso exclusivo de quem não for da comunidade escolar.

O movimento de alunos, professores e pessoas de fora da escola será monitorado por agentes de segurança e por um sistema de câmeras.

Já na entrada, os alunos encontrarão a quadra esportiva coberta, do lado esquerdo, que será ampliada e ganhará duas outras miniquadras para a prática de basquete.

E do lado direito, o novo prédio da secretaria, com salas ampliadas para o trabalho pedagógico dos professores e para os serviços de atendimento psicológico.

Ao lado dessa nova construção, outra, com estrutura multiúso, foi pensada para dar lugar a mais salas de aula e abrigará até um tatame móvel.

A reforma também atingiu o refeitório do colégio, um dos locais em que os atiradores fizeram mais vítimas. A cantina está sendo erguida do zero e mudou de lugar. A cozinha e os banheiros foram ampliados.

O projeto também contemplou a existência de uma ampla área aberta de convivência, com bancos e árvores -entre elas, cerejeiras.

No bloco por onde os atiradores tiveram acesso ao colégio, além de o portão de entrada ter sido desativado, será construída uma biblioteca com espaço para um número maior de obras literárias.

Também será erguido um laboratório maker, de 70 metros quadrados, equipado com 24 notebooks, aparelho de TV e impressora 3D.

Até a conclusão das obras, os 2,3 mil estudantes -do ensino fundamental 2, do médio e do Centro de Línguas-, estão alocados em salas do campus da Faculdade Piaget, distante a cerca de 1 km da Raul Brasil ou 16 minutos de caminhada.

A secretaria de Educação arca apenas com o aluguel e custos de água e energia elétrica do campus -orçados em R$ 44 mil por mês.

A captação dos recursos para a reforma da Raul Brasil ficou sob o guarda-chuva do Instituto Ecofuturo, mantido pela Suzano, companhia do segmento de papel e celulose.

Além da Suzano, as empresas International Paper do Brasil, John Deere, Komatsu do Brasil, MRV Engenharia, Nadir Figueiredo, Paradise Golf Resort de Mogi, PCN Suzano, Qualical e a Sanofi investiram R$ 3,1 milhões nas obras.

Os projetos de paisagismo e arquitetura são dos escritórios de Roberto Riscala e Meg Valau. A obra é tocada pela Athié Wohnrath, empresa de arquitetura que também executa obras.

Reforma das escolas paulistas

Rossieli disse ainda que a sua gestão se esforça para melhorar a estrutura das demais escolas. Cerca de 1.384 unidades estão passando por pequenas adequações, uma das ações do projeto "Escola Mais Bonita".

O maior desafio da atual gestão será estruturar o Conviva SP, programa que prevê atacar ocorrências de bullying, automutilação e suicídio entre os estudantes.

Reportagem da Folha mostrou que as escolas da rede pública paulista registraram entre janeiro e setembro do ano passado 1.145 casos de bullying. Destes, 23 serão investigados pela Polícia Civil. O próprio Rossieli diz que o número não retrata a realidade por causa da subnotificação e problemas no registro das ocorrências.

Em novembro, um questionário foi aplicado em todas as 5.400 escolas da rede pública paulista. Os resultados obtidos entre os respondentes vão servir de base para a criação de estratégias pela melhoria do clima das escolas, a principal meta do programa.

Uma das iniciativas é formar equipes de ajuda entre os próprios estudantes para resolver as ocorrências que pesam a rotina de estudos e vivência escolar.

***Por Dhiego Maia, da Folhapress

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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) relatou a aliados um temor de que seu filho Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), vereador no Rio de Janeiro, torne-se o próximo alvo de uma operação do inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal) que investiga o esquema de fake news. Na visão do presidente, na manhã desta quarta-feira (27) ocorreu justamente o que vinha lhe dando preocupação desde o fim de semana: uma ação que atingisse seus aliados. Ao determinar medidas contra políticos, empresários e ativistas bolsonaristas nesta quarta, o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito, citou a suspeita de participação do chamado gabinete do ódio --grupo de servidores lotados na Presidência da República. Depoimentos de deputados federais descreveram, segundo a decisão de Moraes, um suposto esquema coordenado pelo Palácio do Planalto para propagar pautas antidemocráticas e campanhas de difamação contra adversários políticos. Um dos relatos transcritos na decisão é o de Heitor Freire (PSC-RJ), que menciona diretamente assessores do "gabinete do ódio" da Presidência, tutelado e idealizado por Carlos Bolsonaro. Segundo um assessor palaciano, o presidente classificou nos bastidores a operação desta quarta como "ilegal" e "despropositada" Apesar do revés, houve alívio no Palácio do Planalto pelo fato de, neste momento, Carlos Bolsonaro não estar entre alvos da ação policial. Ele é visto, no entanto, como um possível próximo, o que tem causado preocupação em Bolsonaro. O jornal Folha de S.Paulo mostrou no dia 25 de abril que as investigações identificaram indícios dele no esquema de notícias falsas. O inquérito busca elementos que comprove sua ligação e sustente seu possível indiciamento dele ao fim das apurações. Nesta quarta, com aval de Moraes, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão que tiveram como alvos aliados do presidente. Bolsonaro e seus auxiliares próximos avaliam que a operação deflagrada nesta quarta é uma retaliação aos ataques feitos ao Supremo pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, durante a reunião ministerial em 22 de abril. Em conversas reservadas, o presidente reconhece que a declaração feita por seu auxiliar era grave e que uma resposta viria em breve. Para tentar evitá-la, Bolsonaro divulgou na segunda (25) uma nota pública defendendo a independência e harmonia entre os três poderes. Enquanto a PF estava nas ruas, Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada logo cedo e seguiu para o hospital onde o presidente do STF, Dias Toffoli, está internado. Segundo relatos feitos à reportagem, tratou-se de uma visita de cortesia. Bolsonaro já havia manifestado interesse em visitar o ministro, mas aguardava permissão da equipe médica. A visita durou menos de meia hora. Esta não é a primeira vez que o presidente deixa o Palácio para visitar integrantes do Judiciário em meio a um fogo cruzado com o Supremo. Uma ida dele sem aviso à corte, há algumas semanas, foi avaliada em Brasília como um recado de que ele não se dobrará ao judiciário. Na segunda, ele foi à PGR (Procuradoria-Geral da República) também de surpresa, num momento em que a instituição avalia uma possível denúncia contra ele sobre acusações feitas pelo ex-ministro Sergio Moro. Os mandados de busca e apreensão atingem nomes como o ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB e o dono da Havan, Luciano Hang. O foco da Polícia Federal é um grupo suspeito de operar uma rede de divulgação de notícias falsas contra autoridades. Para ministros do governo, o momento de deflagar a operação, cinco dias após a divulgação do vídeo da reunião, é sinal de que se trata de uma resposta de insatisfação do STF. O recado que chegou ao Palácio do Planalto é de que os integrantes da corte se irritaram com o fato de Bolsonaro não ter feito uma reprimenda pública a Weintraub. No encontro, cujas imagens foram divulgadas na última sexta (22) pelo ministro do STF Celso de Mello, Weintraub disse que, se dependesse dele, colocaria "esses vagabundos todos na cadeia", começando pelo Supremo. A declaração piorou a relação já conturbada entre Executivo e Judiciário. No início do ano, em conversa relatada ao jornal Folha de S.Paulo, o presidente já demonstrou temor de que a Polícia Federal avance sobre o filho 02, como ele o chama. Para assessores presidenciais, o perfil explosivo de Carlos preocupa. Ele e o pai têm uma relação de proximidade e, ao mesmo tempo, uma série de confrontos. Por diversas vezes o vereador deixa de falar com o presidente quando há desentendimentos. Quando isso ocorre, ele costuma desligar o telefone e se isolar em um clube de tiro em Santa Catarina. Bolsonaro, dizem aliados de longa data, teme que o filho possa agir de forma desastrosa por ver nele instabilidade emocional. Na manhã desta quarta, Carlos levantou suspeita nas rede sociais sobre os motivos da operação. "O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital. Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta? Você que ri disso não entende o quão em perigo está", escreveu sua conta do Twitter.

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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A repórter Julliana Lopes, da CNN Brasil, foi interrompida por um apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante uma entrada ao vivo nesta quarta-feira (27) na entrada do Palácio da Alvorada. A jornalista falava sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) de determinar o depoimento do ministro Abraham Weintraub (Educação). Weintraub tem prazo de cinco dias para ser ouvido pela Polícia Federal sobre o fato de reafirmado em reunião ministerial de 22 de abril que botaria todos na prisão, "começando pelo STF". Moraes afirmou que há "indícios de prática" de seis delitos. Segundo o Código Penal, Weintraub pode ser enquadrado por difamação e injúria. Os outros estão tipificados em quatro artigos da lei que define os crimes contra a segurança nacional e a ordem política e social. "Abraham Weintraub tem razão!", gritou um homem que estava no bolsão reservado a apoiadores do presidente. Este espaço é separado da área destinada à imprensa por apenas uma grade. "Larissa, eu vou voltar agora com você no estúdio. Está difícil a gente falar. Daqui a pouquinho eu volto", disse Julliana, ao chamar a apresentadora Larissa Alvarenga. "Tá bom, Ju. Muito obrigada. A gente entende. A Ju está ali posicionada no Palácio do Planalto [na verdade, Alvorada]. Muitas vezes, apoiadores do presidente acabam atacando a imprensa. Então, por isso, até por uma questão de segurança, depois ela volta a conversar com a gente", disse Larissa. Julliana não voltou a entrar ao vivo do Alvorada. Em seguida, o apresentador Reinaldo Gottino apoiou a decisão da repórter de encerrar sua transmissão. "Fez bem. Fez muito bem, Julliana, que faz um ótimo trabalho. A gente está aqui para informar, a gente está aqui para falar o que acontece de um lado, do outro. Nós não temos lado, nós somos a favor da pluralidade. Nós estamos aqui para ouvir as vozes importantes deste país, seja de que lado for. E é importante. E as pessoas precisam se acostumar. Se fosse para ouvir um lado só, aí não seria jornalismo, seria qualquer outra coisa, menos jornalismo", disse Gottino. Jornalistas são hostilizados diariamente por apoiadores de Bolsonaro na porta do Alvorada, mas a situação se agravou na segunda-feira (25). Veículos como a Folha de S.Paulo, o UOL e o Grupo Globo suspenderam a cobertura no local na terça-feira (26). A Folha de S.Paulo decidiu suspender a cobertura jornalística temporariamente até que o governo federal ofereça segurança aos profissionais de imprensa. A mesma decisão foi tomada pelo Grupo Globo, abrangendo os jornalistas de suas emissoras de televisão, os jornais O Globo e Valor Econômico e o portal G1. A cobertura tem sido feita a distância, por transmissões realizadas pela internet pela equipe de Bolsonaro e por apoiadores. Além da CNN Brasil, nesta quarta, Record TV, SBT, Jovem Pan e Poder 360 enviaram repórteres ou produtores para o local. Eles foram hostilizados. De acordo com relatos feitos à reportagem, antes de interromper a entrada da repórter da CNN Brasil, o apoiador foi até a grade de contenção afirmando que a imprensa mentia ao dizer que jornalistas estavam inseguros no local. Depois que o homem interrompeu Julliana, agentes da Secom (Secretaria de Comunicação) e do GSI foram conversar com ele. Após a saída do presidente, os apoiadores passaram a xingar os profissionais de imprensa e foram abordados pelo pessoal do Gabinete de Segurança Institucional. Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta quarta, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, afirmou que as pessoas precisam entender que os jornalistas estão trabalhando e que isso é uma questão de educação. "Isso é a cargo da segurança, do pessoal do GSI, do Planalto. Eu, como desconheço aquilo ali, nunca passo ali, apesar de ficar perto de onde eu resido... Agora, essas animosidades, vocês que são da imprensa sabem que ocorrem o tempo todo. As pessoas hoje acabam não se respeitando, perdem o respeito um pelos outros e, às vezes, têm que entender que cada um está fazendo seu trabalho. Acho que é uma questão até de educação isso aí", disse Mourão. No dia anterior, ao perceber a ausência de jornalistas, Bolsonaro disse na porta do Alvorada que os jornalistas estão se vitimizando. "A Folha não está mais aqui, não? O Globo não está? Estadão também não", disse Bolsonaro em transmissão em sua página oficial no Facebook, arrancando risos de seus militantes. O jornal O Estado de S. Paulo também não compareceu nesta terça-feira. Em seguida, ao ouvir explicação de um jornalista sobre a decisão de alguns veículos de não estar ali por questão de segurança, Bolsonaro atacou esses grupos de mídia. "Estão se vitimizando. Quando eu levei a facada, eles não falaram nada. Não vi a Folha falando quem matou o Bolsonaro", disse o presidente. Ao contrário do informado pelo chefe do Executivo, a Folha de S.Paulo se manifestou editorialmente de maneira imediata, condenando o ato de violência contra o então candidato. No editorial intitulado "Repúdio Geral", o jornal afirmou, em 7 de setembro de 2018, que o "atentado contra Bolsonaro não tem acolhida num país que está comprometido com a democracia". Bolsonaro em seguida argumentou que nunca promoveu nenhum ato contra a mídia e que defende uma imprensa livre. "Nunca persegui ninguém, mas o ditador sou eu", disse. Horas depois, em rede social, o presidente escreveu que "Globo, Folha e semelhantes decidiram não ir mais ao Alvorada para, em seguida, distorcer o que falo. Que pena!". "A partir de agora apenas inventarão", acrescentou. O ministro Gilmar Mendes, do STF, afirmou em rede social que "é chocante a decisão da Folha e da Rede Globo de suspender a cobertura no Palácio da Alvorada diante de riscos à integridade moral e física dos jornalistas. O Ministério Público e o Judiciário devem investigar esses atos que, se existentes, configuram atentado grave à liberdade de imprensa". Também na terça-feira, o GSI informou em nota que continuará aperfeiçoando a segurança do local. "Continuaremos aperfeiçoando esse dispositivo, para que o local permaneça em condições de atender às expectativas de trabalho e de livre manifestação dos públicos distintos que, diariamente, comparecem ao Palácio do Alvorada", afirma o texto. Na nota, o GSI afirmou avaliar "ininterruptamente as condições de segurança dos locais onde o presidente esteja ou possa vir a estar". "Em decorrência desta avaliação, implementa as medidas necessárias e suficientes para garantir a segurança adequada." O órgão também lista algumas medidas que foram adotadas na área em frente à residência oficial, onde tanto apoiadores quanto repórteres comparecem diariamente para acompanhar a saída e a entrada de Bolsonaro. Entre as ações, há a separação física, por meio de gradis, dos locais destinados para os visitantes e repórteres; registro e inspeção dos presentes, inclusive com detector de metal; orientação quanto ao uso de equipamentos de proteção individual contra a disseminação do novo coronavírus; e presença de agentes de segurança. Com a escalada de hostilidades, o GSI havia instalado duas grades, com espaço de uma pessoa em pé entre elas, para separar os dois grupos. O reforço da proteção, no entanto, foi removido e, nos últimos dias, há apenas uma grade e uma fita de contenção, ignorada pela claque.

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  • Em reunião com ministros, Bolsonaro critica STF e ameaça resistir a decisões da corte
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    Folhapress

    Em reunião com ministros, Bolsonaro critica STF e ameaça resistir a decisões da corte

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Irritado com a operação autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) que atingiu deputados da base e apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro reuniu sua equipe de ministros nesta quarta-feira (27) para definir uma estratégia de reação à corte. No encontro, segundo auxiliares presentes, o presidente avaliou como absurda e desnecessária a investigação contra aliados do seu governo, considerou que se trata de uma retaliação e reforçou que o Poder Executivo não pode aceitar calado. A primeira medida que ficou definida é que a AGU (Advocacia-Geral da União) ingressará com pedido de habeas corpus para que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, não preste depoimento ao STF. Ele foi intimado no mesmo inquérito que apura o disparo de fake news por aliados do presidente. A ideia seria ingressar com o habeas corpus para impedir a prisão ou outra medida cautelar contra o ministro no caso de ele se recusar a cumprir a determinação do STF de prestar depoimento. Na reunião, também foram discutidas outras iniciativas de resistência, mas ainda nao se chegou a uma definição. Entre elas, a sugestão para que o ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Augusto Heleno, não acate nenhum pedido de diligências no âmbito de um pedido de impeachment contra o ministro que foi apresentado ao tribunal e é relatado por Celso de Mello. O núcleo ideologico defendeu ainda que o presidente insista mais uma vez na nomeação do delegado Alexandre Ramagem para o comando da Polícia Federal. O ministro do STF Alexandre de Moraes suspendeu a posse do amigo do presidente no mês passado. Com exceção do pedido de habeas corpus​, as demais propostas não foram unânimes na reunião, o que levou o presidente a rediscuti-las com o núcleo jurídico do governo. Para tratar do tema, Bolsonaro se reuniu no início da noite no Palácio da Alvorada com o ministro da Justiça, André Mendonça. De acordo com relatos feitos à reportagem, no encontro, também foi lido um texto de 2019 atribuído ao advogado Modesto Carvalhosa que sugeriu a prisão preventiva dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes por causa do inquérito das fake news. Outra ideia discutida é a divulgação de uma uma nota descrevendo a reação planejada. Caso Bolsonaro siga essa linha, aprofundará ainda mais a crise do governo com o Judiciário. Segundo assessores do presidente, Bolsonaro avaliou nesta quarta-feira que a operação deflagrada teve como objetivo atingi-lo. O presidente discutiu o assunto com ministros, inclusive com o titular da Defesa, Fernando Azevedo. A aliados que o visitaram, o presidente avaliou que o ministro Alexandre de Moraes quer disputar poder com ele. Auxiliares do mandatário disseram que o presidente tratou a situação como uma guerra. Segundo pessoas próximas, Bolsonaro hoje teria mais condições de tomar uma medida forte porque tem o apoio de ministros militares. Aliados do presidente avaliam que as últimas ações do Supremo uniram o núcleo fardado em defesa do governo. Mais cedo, integrantes do Palácio do Planalto disseram que cresceu a disposição do presidente de questionar ministros da corte com base na lei de abuso de autoridade. Segundo auxiliares de Bolsonaro, o governo avalia entrar com uma ADI (ação direta de inconstitucionalidade) contra a investigação que mira parlamentares no Supremo, como mostrou a coluna Painel, e também questionar Alexandre de Moraes e Celso de Mello, ambos da corte, por excessos que teriam cometido em ações recentes. Em outra frente, aliados de Bolsonaro do núcleo mais ideológico avaliam reforçar o movimento nas redes pedindo o impeachment dos magistrados, embora tenham pouca chance de avançar no Congresso. O inquérito das fake news apura a disseminação de notícias falsas, ofensas, ataques e ameaças contra integrantes do STF. Foi no âmbito deste inquérito que Moraes mandou tirar do ar reportagem dos sites da revista Crusoé e O Antagonista que ligavam Toffoli à empreiteira Odebrecht. Dias depois, o ministro voltou atrás e derrubou a censura. No Supremo, com exceção do ministro Marco Aurélio, mesmo os críticos ao procedimento têm evitado comentá-lo, seja para não enfraquecer o tribunal perante o público, seja porque, como observam, desconhecem a gravidade do que a apuração ainda pode encontrar. O motivo dos questionamentos sobre o inquérito é que, segundo seus críticos, há uma série de vícios de origem. A investigação foi aberta em março pelo presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, sem provocação de outro órgão —no jargão jurídico, foi instaurada de ofício. Moraes foi escolhido relator por Toffoli sem que houvesse um sorteio entre todos os ministros. E o objeto da apuração é amplo demais, sem um fato criminoso bem definido, o que permite que várias situações sejam enquadradas no escopo da investigação, como tem ocorrido. A investigação foi aberta em uma semana marcada por derrotas da Operação Lava Jato no STF e troca de farpas entre magistrados, congressistas e membros da força-tarefa em Curitiba. O anúncio causou descontentamento no Congresso e no Ministério Público. Podem ser alvo parlamentares e procuradores que, no entendimento dos ministros, tenham levado a população a ficar contra o tribunal. * QUE PONTOS DO INQUÉRITO ESTÃO SENDO QUESTIONADOS? Ato de ofício Toffoli abriu o inquérito sem provocação de outro órgão, o que é incomum. Segundo o STF, porém, há um precedente: uma investigação aberta de ofício pela Segunda Turma da corte no ano passado para apurar o uso de algemas na transferência de Sérgio Cabral (MDB-RJ). Competência A investigação foi instaurada pelo próprio Supremo, quando, segundo críticos, deveria ter sido encaminhada para o Ministério Público. O argumento é que o órgão que julga não pode ser o mesmo que investiga, pois isso pode comprometer sua imparcialidade. Relatoria O presidente da corte designou o ministro Alexandre de Moraes para presidir o inquérito, sem fazer sorteio ou ouvir os colegas em plenário. Assim, Moraes é quem determina as diligências investigativas. Foro O que determina o foro perante o STF é quem cometeu o delito, e não quem foi a vítima. Para críticos, a investigação não deve correr no Supremo se não tiver como alvo pessoas com foro especial. Moraes disse que, localizados os suspeitos, os casos serão remetidos às instâncias responsáveis por julgá-los. Regimento Toffoli usou o artigo 43 do regimento interno do STF como base para abrir a apuração. O artigo diz que, “ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependência do tribunal, o presidente instaurará inquérito”. Críticos dizem que os ataques pela internet não ocorrem na sede do Supremo, mas Toffoli deu uma interpretação ao texto de que os ministros representam o próprio tribunal. Liberdade de expressão Moraes pediu o bloqueio de redes sociais de sete pessoas consideradas "suspeitas de atacar o STF". A decisão foi criticada por ferir o direito à liberdade de expressão. O mesmo pode ser dito sobre a censura, depois derrubada, aos sites da revista Crusoé e O Antagonista.​

  • O que é o chorume do lixo?
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    O que é o chorume do lixo?

    Você já deve ter ouvido essa palavra e sentido o cheiro terrível que ela leva consigo. O chorume é um líquido escuro que se forma quando o lixo se decompõe pela ação de bactérias. E tanto faz se é orgânico (restos de comida), ou inorgânico (plástico, papel, vidro). Essa gosma, chamada de lixiviado, pode surgir da umidade natural do detrito, ou pelo seu apodrecimento. A água da chuva é um dos grandes aliados para o seu crescimento. Sua composição é composta de nitrogênio, carbono e metais pesados como cobre, cobalto, cádmio e mercúrio. O que faz com que o chorume seja mais prejudicial ao ambiente que o próprio esgoto. Se um aterro sanitário não tratar corretamente, pode atingir lençóis freáticos e contaminar toda a água ao redor. Além de afetar o solo, as plantas, os animais e os humanos. Lixo descartado incorretamente e a céu aberto, além de produzir chorume, atrai insetos e roedores prejudiciais à saúde. Existe também o necrochorume, que vem dos cadáveres em decomposição. Um homem adulto de 70kg pode produzir até 30 litros durante o processo de putrefação. Veja mais •Por que temos cera no ouvido? •Os idiomas mais falados do mundo •Conheça a cidade com o nome mais longo do mundo

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