Mbappé contradiz presidente da FFF sobre vontade de não jogar mais na seleção francesa após Euro-2020

O clima entre o atacante Kylian Mbappé e o presidente da Federação Francesa de Futebol (FFF), Noel Le Graet, continua de poucos amigos. Horas após a publicação de uma entrevista com o dirigente na imprensa francesa, neste domingo, o atacante do PSG contradisse as palavras do presidente da entidade. Le Graet declarou que o craque francês "não queria mais jogar na seleção da França" por ter descoberto que "a Federação não o defendeu após seu pênalti perdido (durante as oitavas de final da Euro 2020 contra a Suíça) e pelos comentários nas redes sociais ”.

No Twitter, Mbappé contou que a vontade de não jogar mais na seleção "foi em relação ao racismo e não ao pênalti. Mas ele (Noël Le Graët) considerou que não havia racismo…”, publicou o atacante francês.

"Sim, finalmente expliquei a ele que acima de tudo era em relação ao racismo e NÃO ao pênalti. Mas ele considerou que não havia racismo…"

As rusgas entre o atacante de 23 anos e o presidente da FFF é antiga. Em março deste ano, durante a Data Fifa, Mbappé se recusou a participar de eventos promocionais com patrocinadores da entidade. A atitude causou mal estar e Le Graët acionou os advogados da estrela em virtude da postura dele. Na ocasião, Mbappé não compareceu ao evento no CT da França com vários patrocinadores da equipe (Volkswagen, Uber Eats, Orange, Xbox, Coca-Cola, Konami).

O atacante lidera um movimento com os jogadores da França para que haja revisão do contrato de direitos de imagem, que não tem reajuste desde a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

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