Mbappé fala pela primeira vez sobre Caso Pogba: "Confio na palavra"

Irmão de Pogba o acusou de feitiço contra Mbappé, mas atacante da Seleção minimizou o caso.
Irmão de Pogba o acusou de feitiço contra Mbappé, mas atacante da Seleção minimizou o caso. Foto: (FRANCK FIFE/AFP via Getty Images)

O atacante Kylian Mbappé comentou, pela primeira vez, as acusações que o irmão do volante Paul Pogba, Mathias Pogba, havia feito de que Paul teria participado de um ritual colocando um feitiço contra o jovem atacante para que ele sofresse lesões e perdesse a Copa do Mundo do Catar, que será realizada entre os dias 20 de novembro e 18 de dezembro deste ano.

Mbappé, quando lhe foi perguntado se sua relação com Paul Pogba, que sempre foi de amizade, havia sido estremecida por causa do episódio e respondeu que confia em seu companheiro de Seleção Francesa: "Não, porque hoje eu prefiro confiar na palavra de um companheiro de equipe. Ele me ligou e deu a versão dele dos fatos. Neste momento, é a palavra dele contra a do irmão, então vou confiar no meu companheiro de time. Quanto à seleção, nós temos uma grande competição [a Copa do Mundo no fim do ano] e ele já tem muitos problemas, então acho que não é o momento de intensificar isso para ele. Vamos ver como isso desenrola. Estou bem desapegado de tudo isso".

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Relembre o caso

Mathias Pogba, de 32 anos, que atua como atacante no ASM Belfort, da quarta divisão da França, gravou um vídeo onde revelava, de acordo com ele mesmo, rituais de feitiço promovidos por Paul Pogba contra Kylian Mbappé, atacante do Paris Saint-Germain, colocando o nome de Rafaela Pimenta, advogada que assumiu os negócios de Mino Raiola após seu falecimento, como uma das envolvidas nos "esquemas" de Paul.

No mesmo dia, sendo representado por um escritório de advocacia, Paul Pogba afirmou que a ação seria parte de "tentativas de extorsão e ameaças" feitas por seu irmão, que encabeçaria uma quadrilha, onde era pedida a quantia de 13 milhões de euros, aproximadamente R$ 65 milhões na cotação atual. As polícias da Itália e da França, de acordo com a nota emitida pelo escritório, já teriam ciência do caso há mais de um mês.