'Megan is missing': por que diretor teve que fazer alerta após filme de 2011 viralizar no TikTok

O Globo
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SÃO PAULO — Por essa o cineasta Michael Goi não esperava. Quase dez anos após lançar o terror "Megan is missing", o diretor precisou gravar um vídeo alertando novos espectadores quanto às cenas chocantes do filme. Isso porque, inexplicavelmente, o longa-metragem de 2011 viralizou no TikTok.

Pouco elogiado à época do lançamento, "Megan is missing" parecia fadado ao esquecimento. O filme chegou a ser banido na Nova Zelândia, e recebeu muitas críticas por suas cenas violentas e pela hiperssexualização de adolescentes. A trama gira em torno do desaparecimento de uma aluna popular do ensino médio, o que desencadeia em acontecimentos cada vez mais perturbadores.

Num típico efeito viral, "Megan is missing" virou assunto nas últimas semanas no TikTok, com usuários postando vídeos em que reagem, em tempo real, com as cenas grotescas do filme. Muitos deles, em sua maioria bem jovens, disseram que ficaram "traumatizados".

Avisado do inesperado acontecimento pela atriz Amber Perkins, protagonista do filme, Michael Goi publicou um vídeo também no TikTok, em que se justificou:

"Não pude dar a vocês os avisos habituais que costumava dar às pessoas antes de assistirem 'Megan is missing', que são: não assista ao filme no meio da noite; não assista ao filme sozinho; e se você notar as palavras 'foto número um' surgindo em sua tela, você tem cerca de quatro segundos para desligar o filme se você já estiver surtando, antes que você comece a ver coisas que talvez não queira ver".

Goi concluiu com um pedido de desculpas: "Desculpas a quem já postou sobre como surtou vendo o filme, mas fica um aviso justo para aqueles que estão considerando assisti-lo".

Até o momento, o vídeo de Goi já atingiu mais de 5,5 milhões de usuários.