Meghan Markle enfrenta acusações de bullying contra funcionários do Palácio de Kesington e rebate acusações

O Globo
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Na última terça-feira, o The Times no Reino Unido afirmou que a Duquesa de Sussex enfrentou uma queixa de bullying feita por um de seus conselheiros mais próximos durante seu tempo como membro real no Palácio de Kensington, algo que seu escritório refutou veementemente.

"A Duquesa está triste com este último ataque a sua pessoa, particularmente como alguém que foi alvo de bullying e está profundamente comprometida em apoiar aqueles que passaram por dor e trauma", disse um porta-voz do Duque e da Duquesa de Sussex em uma declaração obtida pela revista People. "Ela está determinada a continuar seu trabalho construindo compaixão em todo o mundo e continuará se esforçando para dar o exemplo de fazer o que é certo e o que é bom."

A queixa, que relata o The Times foi feita em outubro de 2018 pelo ex-secretário de comunicações do casal Jason Knauf, alegou que Meghan expulsou dois assistentes pessoais da casa e minou a confiança de um terceiro membro da equipe.

O Times diz que Knauf apresentou a queixa em um esforço para proteger os funcionários do palácio que foram supostamente intimidados pela duquesa de Sussex, às vezes levados às lágrimas. Um assessor real, que antecipou um confronto com Meghan, teria dito a um colega: "Não consigo parar de tremer."

Em fevereiro de 2019, vários amigos de Meghan disseram à People que a própria Duquesa havia sido vítima de "bullying global" pela imprensa tablóide, com um amigo observando: "Meg silenciosamente se recostou e suportou as mentiras e inverdades." Uma reportagem de novembro de 2018 no Mail on Sunday rotulou a Duquesa — que é a primeira mulher negra da família real na história moderna — de "furacão Meghan" e afirmou que ela "bombardeou auxiliares" com e-mails e mensagens de texto às 5 da manhã.