Membro da “Anatel dos EUA” apoia a compra do Twitter por Elon Musk

Membro da “Anatel dos EUA” apoia a compra do Twitter por Elon Musk
Membro da “Anatel dos EUA” apoia a compra do Twitter por Elon Musk
  • Elon Musk foi apoiado por Nathan Simington, da FCC, agência equivalente à Anatel nos EUA;

  • Smington é um dos comissários republicanos da agência;

  • O comissário foi indicado para o FCC em 2020 pelo então presidente dos EUA, Donald Trump.

As entrevistas recentes de Elon Musk dão a entender que a compra do Twitter, por mais de R$ 218 bilhões, tem muito mais a ver com uma defesa da sua ideia de liberdade de expressão do que com negócios. O bilionário conseguiu um importante aliado na no propósito da aquisição, trata-se de Nathan Simington, do FCC, agência equivalente à Anatel nos EUA.

"O FCC não pode nem deve impedir a venda. Em vez disso, deveríamos aplaudir o sr. Musk por fazer alguma coisa em relação a um problema que o governo até agora não conseguiu resolver", disse o comissário em comunicado.

Smington é um dos membros republicanos do FCC. Além dele, Brendan Carr é outro integrante do partido que compõe o corpo. Do lado democrata estão Geoffrey Starks e Jessica Rosenworcel, a presidente do órgão. Rosenworcel, até o momento, não se manifestou sobre o negócio envolvendo o Twitter.

No comunicado, o republicano ainda recomendou: "órgãos de regulação antitruste deveriam receber bem esta compra".

Na visão de Smington, as grandes plataformas de mídia social têm prejudicado a liberdade e a escolha dos consumidores através de práticas restritivas de moderação de conteúdo motivadas politicamente.

O membro do FCC descartou preocupações em relação ao fato de Elon Musk ser dono do Twitter e da Starlink e pediu para que agências governamentais se concentrem na investigação da "censura" nas redes.

Apesar do apoio de Smington, a comissão tem pouco a fazer a respeito do negócio, uma vez que, o FCC só regula compras envolvendo empresas que precisam da autorização do órgão para funcionar, o que não é o caso.

O comissário foi indicado para o FCC em 2020 pelo então presidente dos EUA, Donald Trump, que também é um crítico do que chama de censura nas redes sociais.

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