Mendonça chega ao STF com menor aprovação no Senado entre os atuais ministros

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Indicado ao STF, André Mendonça foi aprovado pelo Senado (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)
Indicado ao STF, André Mendonça foi aprovado pelo Senado (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)
  • André Mendonça chega ao STF com menor aprovação no Senado entre os atuais ministros

  • Ex-ministro da Justiça e ex-AGU do governo Bolsonaro foi aprovado ao STF pelo Senado na quarta

  • Placa no plenário foi de 47 votos a favor e 32 contra

Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, o ex-ministro da Justiça André Mendonça teve o nome aprovado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (1º) pelo Senado, com 47 votos favoráveis e 32 contrários. Mendonça teve a menor aprovação na Casa entre os atuais ministros do STF.

Na sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a vitória do ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União do governo Bolsonaro foi por 18 votos a nove. Entre os atuais 10 ministros da Corte, apenas Gilmar Mendes recebeu menos votos na CCJ do que Mendonça. Na ocasião, Gilmar foi aprovado por 16 votos a seis.

Veja os resultados dos últimos indicados

Kassio Nunes Marques

Também indicado pelo atual presidente da República, Kassio Nunes Marques foi sabatinado em outubro do ano passado na CCJ. Marques foi aprovado por 22 votos a cinco para a vaga de Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal.

No plenário do Senado foram 57 votos favoráveis, 10 contrários e uma abstenção.

Antes de ser eleito ministro do STF, Marques foi desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, por indicação da então presidente Dilma Rousseff, em 2011.

Alexandre de Moraes

Alexandre de Moraes foi indicado em 2017 pelo presidente Michel Temer. Ele foi aprovado na CCJ por 19 votos a favor e sete contra. No plenário, o placar foi de 55 votos favoráveis e 13 contrários.

Ex-ministro da Justiça do governo Temer, Moraes assumiu a vaga deixada pelo ministro Teorizava Zavascki, morto em um acidente de helicóptero.

Edson Fachin

Em 2015, a presidente Dilma Roussef indicou Edson Fachin para a cadeira deixada pelo ministro Joaquim Barbosa no STF. Ele teve o nome aprovado na CCJ por 20 votos a favor e sete contrários, enquanto no plenário, a vitoria foi de 52 votos a 27.

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