RJ: Atingido na cabeça por bala perdida, menino de 8 anos segue internado em estado grave

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Kaio Guilherme, 8 anos, é mais uma vítima de bala perdida no Rio de Janeiro - Foto: Reprodução/TV Globo
Kaio Guilherme, 8 anos, é mais uma vítima de bala perdida no Rio de Janeiro - Foto: Reprodução/TV Globo
  • Atingido na cabeça, estado do jovem ainda é grave

  • Família diz que não havia confronto na comunidade quando Kaio foi atingido

  • Há preocupação com a atividade cerebral do jovem

Kaio Guilherme da Silva Baraúna, 8 anos, segue internado em estado grave na manhã desta segunda-feira (19) no Centro de Terapia intensiva (CTI) do Hospital Pedro II, no Rio de Janeiro. A informação é do portal G1. Ele foi atingido por uma bala perdido na noite do último sábado (17), enquanto brincava com os amigos durante uma festa.

A família de Kaio diz que não havia confronto na Vila Aliança, em Bangu, no momento em que a criança foi atingida. 

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"Não tava tendo nenhum confronto na comunidade, tava tudo calmo e ninguém sabe de onde veio o tiro. Falaram que estava tendo confronto na comunidade vizinha. A gente não sabe se vem de lá, não sabemos", disse Thaissa, tia do menino, de acordo com o G1. 

A tia de Kaio relatou que há uma preocupação com a atividade cerebral do menino. Ele não estaria respondendo ao tratamento dado no hospital. Neste domingo (18), a família aguardava a medicação surtir efeito para averiguar um possível avanço no quadro do jovem. 

"Até então a gente achou que só tinha aberto a cabeça. A gente não achou que era nada de mais. Aí, quando chegou lá, veio a notícia de que era tiro", completou a tia.

Menino demorou para conseguir vaga em hospital

Kaio Guilherme, 8 anos, é mais uma vítima de bala perdida no Rio de Janeiro - Foto: Reprodução/TV Globo
Kaio Guilherme, 8 anos, é mais uma vítima de bala perdida no Rio de Janeiro - Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo o G1, Kaio foi levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, onde deu entrada com um quadro de parada cardiorrespiratória. Ele foi reanimado e recebeu tratamentos de emergência essenciais. Na sequência, ele foi ao Pedro II, instituição que é referência em neurocirurgia. 

A Polícia Civil apura de onde teria vindo o disparo que atingiu a criança. Thais Silva, mãe do menino, diz que ele estava em uma festa no local onde faz aulas de reforço escolar.

"Ele estava na festinha da explicadora quando foi atingido", disse ao G1. A ocorrência foi registrada pela família na 34ª DP (Bangu).