Merkel condena xenofobia da extrema-direita alemã e slogans nazistas

Chanceler alemã, Angela Merkel, faz discurso ao Parlamento 12/09/2018 REUTERS/Hannibal Hanschke

BERLIM (Reuters) - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, repudiou ataques xenófobos e o uso de slogans nazistas ao fazer um discurso enfático no Parlamento nesta quarta-feira, depois que as manifestações mais violentas da extrema-direita em décadas expuseram as divisões profundas do país.

Protestos de radicais de extrema-direita em Chemnitz, cidade do leste alemão, ocorridos duas semanas atrás depois que um alemão foi morto a facadas supostamente por dois imigrantes ressuscitaram um debate intenso sobre a decisão tomada por Merkel em 2015 de acolher mais de 1 milhão de refugiados.

"Não existe desculpa ou razão para se caçar pessoas, usando violência e slogans nazistas, mostrando hostilidade a pessoas de aparência diferente, que têm um restaurante judeu, para ataques a policiais", disse Merkel ao Bundestag, a câmara baixa do Parlamento.

"Não permitiremos que grupos inteiros de nossa sociedade sejam excluídos na surdina", disse ela, acrescentando que judeus, cristão e ateus têm lugar na sociedade alemã e que a dignidade humana é fundamental.

A chanceler reagia a um discurso apaixonado do líder do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), que disse que a "paz doméstica" da nação está em risco.

"Por mais repugnantes que sejam as saudações a Hitler, gostaria de lembrá-los que o evento realmente grave em Chemnitz foi o ato sangrento de dois postulantes a asilo", disse Alexander Gauland.

(Por Madeline Chambers, Michelle Martin e Paul Carrel)

  • Derrota do governo na Câmara é resposta de Maia à queda de Bebianno
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    Derrota do governo na Câmara é resposta de Maia à queda de Bebianno

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A primeira derrota do governo Jair Bolsonaro (PSL) na Câmara dos Deputados foi uma resposta do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), à demissão de Gustavo Bebianno, seu principal interlocutor no Palácio do Planalto. Segundo deputados, Maia articulava desde domingo (17) colocar em votação a revisão do decreto do Executivo que alterou as regras da LAI (Lei de Acesso à Informação). A Câmara nesta terça-feira (19) não apenas aprovou a urgência da votação como em seguida anulou o decreto. O texto vai agora ao Senado. O recado, orquestrado por líderes dos principais partidos do centrão, é um sinal de alerta para o governo, que pretende apresentar o texto da reforma da Previdência ao Congresso nesta quarta-feira (20). Deputados disseram que o momento para o governo é difícil. E só fez complicar a divulgação pela revista Veja de conversas por aplicativo entre Bolsonaro e Bebianno. As falas do presidente foram consideradas desrespeitosas. Há insatisfação na Câmara com o tratamento dispensado pelo governo aos deputados, com, por exemplo, a demora em liberar indicações de cargos do segundo escalão nos estados.  Há também críticas ao líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), deputado da confiança de Bolsonaro cuja capacidade de articulação vem sendo questionada sucessivamente. No caso desta terça, Vitor Hugo pediu em reunião de líderes que o tema do decreto sobre a LAI não fosse pautado. Não conseguiu reverter o isolamento, e o PSL foi o único partido a orientar seus deputados a votarem contra a urgência do projeto. Foram 367 votos a favor e 57 contra. Também causou insatisfação a decisão do governo de não explicar a reforma da Previdência a líderes da base antes de seu envio ao Congresso. Vitor Hugo disse que não via problema, já que o diálogo pode ser posterior e não será prejudicado. A revelação dos áudios da conversa de Bolsonaro e Bebianno deixou até convictos defensores da reforma da Previdência ressabiados. Avalia-se que a falta de articulação do governo está gerando desgaste bem maior do que a crise em si geraria. Nos dias de fritura de Bebianno, na semana passada, Maia trabalhou para evitar sua demissão. Acionou o ministro da Economia, Paulo Guedes, e defendeu publicamente o agora ex-ministro. Com a queda de Bebianno, a ponte do governo Bolsonaro com o presidente da Câmara passa a se restringir à equipe econômica. Maia tem boa relação com Guedes e o secretário da Previdência, Rogério Marinho. Porém, não se dá com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Bebianno caiu após uma crise instalada no Palácio do Planalto com a revelação pela Folha de S.Paulo da existência de um esquema de candidaturas laranjas do PSL para desviar verba pública eleitoral. O  partido foi presidido por ele durante as eleições de 2018, em campanha de Bolsonaro marcada por um discurso de ética e de combate à corrupção.

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    Uma mulher de 22 anos foi presa em flagrante em Mossoró, no Rio Grande do Norte, após arremessar a própria filha, um bebê recém-nascido, pela janela do apartamento em que morava, no 2º andar.

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    A crise da esquerda no Brasil de Bolsonaro

    A esquerda governou o Brasil por 13 anos e travou um duelo digno no segundo turno das eleições presidenciais, vencidas por Jair Bolsonaro (PSL), mas o Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula e Dilma, não consegue hoje encarnar a oposição ao presidente de extrema direita.

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    Brad Pitt e Gwyneth Paltrow voltam a se falar no aniversário de Jennifer Aniston

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ator Brad Pitt, 55, parece disposto a fazer as pazes com o passado. Depois de voltar a ter contato e comparecer ao aniversário de 50 anos da atriz Jennifer Aniston, sua ex-mulher, no dia 9 de fevereiro, na mesma celebração, ele também conversou de forma amigável com outra ex, a atriz Gwyneth Paltrow, 46. As informações são do site Radar Online.Pitt e Gwyneth Paltrow namoraram três anos entre 1994 e 1997, e chegaram a ficar noivos, mas o relacionamento não terminou bem. ...

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    Agressor que espancou mulher por 4h já bateu em irmão deficiente

    Vinícius Batista Serra, preso por espancar a paisagista Elaine Caparróz por 4 horas, já foi denunciado à Polícia Civil pelo próprio pai por agredir o irmão, que é deficiente.

  • Lava Jato dribla Gilmar Mendes ao levar Paulo Preto para Curitiba
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    Lava Jato dribla Gilmar Mendes ao levar Paulo Preto para Curitiba

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Logo após a deflagração da 60ª fase da Lava Jato do Paraná, que prendeu Paulo Vieira de Souza, o suspeito de ser operador do PSDB conhecido como Paulo Preto, o procurador Deltan Dallagnol foi às redes sociais. "Vejo tweets receando que o ministro Gilmar Mendes solte Paulo Preto mais uma vez em liminar. Isso é impossível debaixo da lei. O relator desse caso no Supremo não é ele e sim o ministro Fachin", disse. Em resposta, a ex-coordenadora da Lava Jato em São Paulo, Thaméa Danelon, afirmou: "Mas Gilmar Mendes pode proferir uma decisão completamente ilegal e inconstitucional dizendo que ele é o juiz prevento para todos os casos em que Paulo Preto for preso. Um absurdo? Sim. Mas Gilmar já proferiu varias decisões absurdas!!!". Deltan retuitou, acrescentando que "se isso acontecesse seria um caso de exercício arbitrário de poder, fora do Direito". Com a argumentação de que eventuais desvios de dinheiro cometido por Paulo Preto foram repassados para ex-diretores e ex-gerentes da Petrobras, a Lava Jato conseguiu afastar -ao menos a princípio- o que sempre considerou um entrave para casos relacionados aos governos tucanos em São Paulo: a relatoria do ministro Gilmar Mendes nos recursos feitos ao STF (Supremo Tribunal Federal). A conexão com a Petrobras faz com que o caso de movimentação de R$ 130 milhões em contas na Suíça passe de São Paulo, onde a apuração começou e ficou travada por mais de um ano por determinação de Gilmar, para Curitiba, que tem relatoria de Edson Fachin, cujas decisões têm sido mais rígidas e em consonância com os pedidos da Procuradoria. O inquérito relatado por Gilmar Mendes foi enviado a São Paulo apenas no início de 2019, mesmo assim apenas para o Tribunal Regional Eleitoral. "As evidências revelaram que, no mesmo período que se seguiu à entrega dos valores em espécie por Paulo Preto para a Odebrecht, propinas foram pagas pela empreiteira, em espécie, para os seguintes gerentes e diretores da Petrobras: Djalma Rodrigues, Maurício Guedes, Roberto Gonçalves, Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco e Sérgio Machado", diz o material divulgado pelo Ministério Público Federal à imprensa. À Folha de S.Paulo, o procurador Roberson Pozzobon negou que a operação tenha sido uma manobra. Segundo ele, a investigação não se centra nos crimes de corrupção praticados por Paulo Preto, mas na lavagem e evasão de divisas que ele cometeu em favor da Odebrecht –algo que, no entendimento do STF, é de competência da Justiça Federal do Paraná. “Aqui, nós investigamos Paulo Preto como operador financeiro, e não como agente corrompido”, disse. “O nosso foco não está em como ele recebeu esse dinheiro e quais foram os ilícitos, mas sim o fato de que ele forneceu valores à Odebrecht e, em contrapartida, recebeu recursos ilícitos da empresa no exterior.” A Procuradoria argumenta que “no mesmo período que se seguiu à entrega dos valores em espécie por Paulo Preto para a Odebrecht, propinas foram pagas pela empreiteira, em espécie, para os seguintes gerentes e diretores da Petrobras: Djalma Rodrigues, Maurício Guedes, Roberto Gonçalves, Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco e Sérgio Machado”. “Compreender o esquema criminoso desde a sua gênese é muito caro para nós, até para que tenhamos provas mais robustas contra esses agentes”, afirmou Pozzobon. Como as apurações sobre a movimentação financeira de Paulo Preto não podiam avançar na capital paulista, a Lava Jato do estado apresentou outras duas denúncias contra ele: por suspeita de desvios em reassentamentos no Rodoanel Sul e formação de cartel para obras viárias. Ex-diretor da Dersa (estatal paulista de rodovias) no governo do tucano José Serra (2007-2010), ele chegou a ser preso preventivamente duas vezes no ano passado, mas em ambas as situações foi solto por habeas corpus concedidos por Gilmar. Nesses dois casos, se tornou réu, mas deve ser beneficiado com a prescrição do primeiro após uma decisão de Gilmar que tornou mais lenta a tramitação do processo –em 7 de março, Paulo Preto completa 70 anos e o prazo para que acusações contra ele caduquem se reduz à metade. A primeira prisão levantou suspeitas de que o ex-diretor pudesse firmar um acordo de delação premiada que miraria o alto escalão do PSDB paulista. Na Lava Jato, Paulo Preto é citado por sete delatores, que dizem que ele pediu a dez empreiteiras que fizeram o trecho sul do Rodoanel um suborno equivalente a 0,75% de tudo que elas recebessem. As contas de Paulo Preto na Suíça foram encerradas no primeiro trimestre de 2017, depois de o acordo da Odebrecht ter se tornado público. Em seguida, os valores foram transferidos para contas nas Bahamas. Ele sempre negou ter cometido qualquer irregularidade. Com essa nova prisão, o ex-diretor passa a ser considerado pela Procuradoria um operador financeiro da Odebrecht, e não mais apenas das campanha do PSDB de São Paulo. Em nota, o procurador Julio Noronha, de Curitiba, expõe o entendimento do Ministério Público Federal com a nova ação: "É fundamental que as apurações sobre corrupção não sejam deslocadas para a Justiça Eleitoral e que a execução das penas pelos agentes corruptos não seja postergada indefinidamente."

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    As frases mais polêmicas de Karl Lagerfeld

    Corrosivo, provocador e categórico, Karl Lagerfeld, que morreu nesta terça-feira, aos 85 anos, não tinha papas na língua.

  • Joice diz que demissão de Bebianno é 'ferida' na relação do governo com Congresso
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    Joice diz que demissão de Bebianno é 'ferida' na relação do governo com Congresso

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Uma das responsáveis por tentar negociar a permanência de Gustavo Bebianno no governo, a deputada federal Joice Hasselman (PSL-SP) disse que o episódio de demissão do ex-ministro é uma "ferida" na relação entre os poderes Executivo e Legislativo. "Tivemos ali um ferimento, é uma ferida na relação Congresso/governo porque os líderes começaram a me dizer o seguinte: poxa vida, então a gente vai ser tratado assim também? Será que a gente vai ser tratado, vai ser fritado em praça pública?", disse a deputada ao chegar para conversar com Bebianno, no hotel onde ele mora em Brasília. Apesar de reconhecer que o episódio vai afetar a relação entre os poderes, ela disse que aliados do presidente Jair Bolsonaro estão trabalhando para "azeitar a relação" e "estancar a ferida". O episódio de saída do ministro, marcado por discussões públicas, pode afetar a tramitação da reforma da Previdência no Congresso, medida crucial para o governo e que será apresentada na quarta-feira (20). Bebianno caiu após uma crise instalada no Palácio do Planalto com a revelação pela Folha de S.Paulo da existência de um esquema de candidaturas laranjas do PSL para desviar verba pública eleitoral. O partido foi presidido por ele durante as eleições de 2018, em campanha de Bolsonaro marcada por um discurso de ética e de combate à corrupção. A demissão do ministro, que já vinha se desenhando desde a última quarta (13), quando Bolsonaro o chamou publicamente de "mentiroso", foi confirmada na noite desta segunda-feira (18) pelo porta-voz da Presidência.  Bebianno, que foi o homem forte do presidente durante o período eleitoral, passou o dia fechado em seu quarto.  Joice criticou a forma como a demissão do ministro foi conduzida pelo governo. Ela disse que o ato de exoneração em si não é o problema e que essa é uma decisão do presidente. Contudo, disse que a briga pública foi uma "fatura exposta" e comparou o desentendimento a um divórcio. "A relação ali ficou aquela coisa do casamento que está acabando, uma relação meio que sustentável. Foi uma paixão louca lá trás, os dois só andavam juntos, vocês acompanharam na campanha, eles estavam juntos para tudo, do café da manhã ao jantar, e de repente a relação desgastou e ai vem o divórcio. O problema é que o divórcio veio com o escândalo. Não precisa chamar os vizinhos para discutir o divórcio", ponderou. A deputada comparou o caso de Bebianno ao do ministro Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, já que ambos foram envolvidos no escândalo de candidaturas de laranjas do PSL, caso revelado pela Folha de S.Paulo. No caso do titular do Turismo, o governo se manteve em silêncio sobre as apurações, e ele permanece no cargo. "Acho que foi uma questão mesmo pessoal. O presidente e o Marcelo conseguiram ter uma conversa e conseguiram se acertar. No caso do ministro Bebianno e o presidente, essa conversa não aconteceu, não pelo menos para que a paz viesse. Pelo que eu sei, a última conversa foi bem tensa", afirmou. Joice disse ainda que o vídeo divulgado por Bolsonaro na noite desta segunda, no qual diz acreditar na seriedade do trabalho do ex-ministro da Secretaria-Geral, é um começo para a solução do caso. "Acho que é um começo. Acho que o presidente demonstra hombridade neste momento, maturidade. Acho que isso já poderia ter sido feito já na sexta-feira passada, sem ficar este final de semana toda essa sangria. Mas acho que é um primeiro passo, sim. É o presidente levantando uma bandeira de paz, dizendo: 'Olha, muito obrigado pelo tempo em que você esteve comigo, mas nosso tempo acabou'", disse. A deputada defendeu a apuração rigorosa das suspeitas de candidaturas de laranjas. "Se houve problema, que os problemas sejam investigados. Se nós chegarmos à conclusão de que houve crime, que haja apuração. Ponto. Agora, isso eu defendo para mim, para minha mãe, para o meu pai, para todo mundo. Isso é uma questão de ética." O episódio de demissão de Bebianno reascendeu nos bastidores do governo e da base aliada no Congresso o papel que os três filhos políticos do presidente terão nesta gestão. O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) foi o primeiro a criticar publicamente o ministro na semana passada, dizendo que ele havia mentido sobre ter conversado com seu pai. Ele chegou a publicar um áudio em que o presidente diz a Bebianno que não podia falar. A declaração dele incomodou ministros e parlamentares que viram no gesto uma interferência indevida de um familiar em assuntos de governo. "O que eu tenho escutado é mesmo de dentro do Palácio alguns ministros dizendo: "Olha está na hora de cada um ficar no seu quadrado". Deputado faz papel de deputado, vereador faz papel de vereador, presidente faz papel de presidente, e vida que segue. Acho que é natural", disse. Joice disse que o episódio ajudou Bolsonaro a entender que é preciso manter a separação dos poderes, "inclusive, do poder domiciliar", afirmou. A deputada, que é jornalista, evitou criticar a forma de comunicação do governo, mas defendeu que ela seja feita de forma "mais profissional". "Acho que o problema não é a comunicação ser feito de forma A, B, ou C, mas quem faz a comunicação. Talvez fazer de forma mais profissional, e poder um profissional de comunicação para escrever, tuitar junto com o presidente seja o melhor caminho. Aqui não cabe nenhum demérito ou desrespeito ao filho do presidente [Carlos]. Só acho que cada macaco no seu galho", disse. Carlos, o mais próximo ao pai entre os cinco filhos, é o responsável por elaborar a estratégia do presidente nas redes sociais desde os tempos em que ele era deputado. É ele quem controla as publicações ou orienta seus aliados a fazê-lo.

  • Liverpool esbarra na defesa do Bayern, que segura empate nas oitavas da Champions
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    Liverpool esbarra na defesa do Bayern, que segura empate nas oitavas da Champions

    O Bayern de Munique conseguiu um importante empate (0-0) no estádio do Liverpool, nesta terça-feira no jogo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões, embora continue sem vencer em Anfield.

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    Ex-vice-presidente argentino volta à prisão

    O ex-vice-presidente argentino Amado Boudou voltou a ser preso no escândalo Ciccone. O ex-vice de Cristina Kirchner havia sido libertado sob fiança em dezembro, após ser condenado por corrupção passiva e prevaricação.

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    Folhapress

    PF não encontra um único celular na casa de Paulo Preto

    CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - Ao cumprir um mandado de busca na casa do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, nesta terça-feira (19), a Polícia Federal não encontrou um único telefone celular. No closet do investigado, porém, os policiais acharam "quase uma dezena" de cabos conectados à tomada, sem que nenhum aparelho estivesse por perto. Para o delegado Alessandro Netto Vieira, isso indica que Paulo Preto pode ter "agido de forma deliberada para ocultar provas" --a não ser que se considere "a absurda hipótese de o investigado não fazer uso de celular algum", escreveu, em relatório à Justiça. O investigador destaca que Paulo Preto e a mulher demoraram a permitir a entrada dos policiais, e só o fizeram quando a equipe estava prestes a arrombar a porta. Após uma busca minuciosa pelo apartamento, segundo o delegado, a equipe de oito policiais não conseguiu achar um único celular. Para ele, isso reforça a necessidade da prisão preventiva de Souza. Paulo Preto está detido sob suspeita de operar propinas em espécie para a empreiteira Odebrecht, entre 2010 e 2011. Ele deve permanecer na superintendência da PF em São Paulo, onde acompanha audiências de uma ação em que é réu, até a quarta-feira da semana que vem (27). A reportagem tentou contato com a defesa do investigado, mas não houve manifestação até a conclusão deste texto.

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    Agência Brasil

    Flamengo se recusa a fazer acordo para indenizar famílias de vítimas

    A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público Estadual informaram que o Flamengo se recusou hoje (19) a fechar o acordo de reparação às vítimas do incêndio no alojamento do Centro de Treinamento (CT) do clube, o Ninho do Urubu, em Vargem Grande, na zona oeste, no qual dez atletas morreram e três ficaram feridos. O acordo estava sendo negociado entre o clube, as duas instituições e o o Ministério Público do Trabalho.

  • Mesmo sem cargo, sobrinho de Bolsonaro foi 58 vezes ao Planalto
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    Mesmo sem cargo, sobrinho de Bolsonaro foi 58 vezes ao Planalto

    Leonardo Rodrigues de Jesus, de 35 anos, não tem cargo na Presidência. Mesmo assim, o sobrinho do presidente Jair Bolsonaro já visitou o Planalto 58 vezes

  • Não haverá mais Copa das Confederações, afirma chefão do futebol nos Estados Unidos
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    AFP

    Não haverá mais Copa das Confederações, afirma chefão do futebol nos Estados Unidos

    O presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos, Carlos Cordeiro, afirmou nesta segunda-feira que a Copa das Confederações deixará de existir, assim como a Copa Ouro a partir de 2021, dando lugar a uma competição conjunta entre as seleções de Conmebol e Concacaf.

  • Mãe não sabe da morte dos filhos em deslizamento
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    Mãe não sabe da morte dos filhos em deslizamento

    A mãe de duas crianças, de 8 e 11 anos, que morreram após um deslizamento de terra atingir a residência onde estavam, no Jardim Zaíra, em Mauá, ainda não sabe da morte dos filhos.

  • Governo Maduro organiza show na fronteira
    AFP

    Governo Maduro organiza show na fronteira

    O governo de Nicolás Maduro anunciou nesta segunda-feira um show de dois dias, em 22 e 23 de fevereiro, na fronteira da Venezuela com a Colômbia, em paralelo a um espetáculo com artistas internacionais organizado a favor da entrada de ajuda humanitária promovida pelo opositor Juan Guaidó.

  • Refugiados fazem curso do Senac para inserção no mercado de trabalho
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    Agência Brasil

    Refugiados fazem curso do Senac para inserção no mercado de trabalho

    Há um ano e seis meses, o venezuelano Christhian Indriago, 31 anos, chegou ao Brasil, junto com a esposa, 28 anos, e o filho, 3 anos. A família se instalou em Roraima, mas há três meses mudou-se para Brasília. Desde que chegou ao Brasil, Indriago, que tem diploma de graduação e atuava na indústria de alumínio na Venezuela, teve de trabalhar como auxiliar de pedreiro para garantir o sustento. Além de batalhar pela sobrevivência em um novo país, lamenta a distância da família. "Meu pai morreu e eu não pude ir ao funeral", conta o venezuelano em entrevista à Agência Brasil. 

  • Revista Veja vaza áudios de briga entre Bolsonaro e Bebianno
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    Revista Veja vaza áudios de briga entre Bolsonaro e Bebianno

    A revista Veja divulgou nesta terça-feira (19) uma série de áudios trocados entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro exonerado Gustavo Bebianno