Metrô de São Paulo vai colocar funcionários em home office permanente e vender prédio

JOANA CUNHA
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 02.07.2020 - Metrô testa câmeras para medir a temperatura de passageiros e verificar uso de máscara. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A adesão ao home office definitivo após a pandemia não vai ficar só no setor privado. O Metrô de São Paulo diz que vai adotar permanentemente o trabalho remoto para os funcionários cujas atividades possam ser cumpridas a distância.

São cerca de 600 profissionais de áreas como recursos humanos, comunicação, contabilidade, planejamento, jurídico, infraestrutura e contratos.

Segundo os cálculos do governo, a mudança deve permitir uma redução de gasto anual em torno de R$ 9 milhões e vai desocupar 13 mil m² de área, em três prédios. Dois deles, alugados, serão devolvidos, e o terceiro, que é propriedade da empresa, será colocado à venda.

A companhia diz que vai manter apenas um edifício na região central de São Paulo, que será remodelado para trabalho rotativo.

Nosso objetivo é criar um local seguro e atraente para os usuários se conectarem a interesses e paixões. Para melhorar a experiência de nossa comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários dos artigos.