México anuncia chegada do Telegram Premium

Benefícios do Telegram Premium incluem uploads de arquivos de até 4 GB, downloads mais rápidos, adesivos e reações exclusivas (Getty Creative)
Benefícios do Telegram Premium incluem uploads de arquivos de até 4 GB, downloads mais rápidos, adesivos e reações exclusivas (Getty Creative)
  • Versão premium do Telegram promete benefícios como uploads de arquivos de até 4 GB e downloads mais rápidos

  • O acesso gratuito continuará sendo mantido para os usuários que optarem por essa versão.

  • Os assinantes poderão criar até mil canais, 20 pastas de chat com até 200 conversas cada e adicionar uma quarta conta

O Telegram lançou no México a versão diferenciada do aplicativo de conversas. Chamado de Telegram Premium, ele permitirá o acesso a novas funções, maior armazenamento, mais velocidade e outros recursos.

A assinatura do Telegram Premium custa 115 pesos por mês, o equivalente a cerca de R$ 32. Os benefícios incluem uploads de arquivos de até 4 GB, downloads mais rápidos, adesivos e reações exclusivas.

O acesso gratuito continuará sendo mantido para os usuários que optarem por essa versão. No entanto, o Telegram está oferecendo uma espécie de “aperitivo”, ou seja, será possível receber um arquivo de 4 GB de um usuário Premium ou adesivos sem custo algum.

Os assinantes poderão criar até mil canais, 20 pastas de chat com até 200 conversas cada, adicionar uma quarta conta, fixar 10 chats, salvar 10 stickers favoritos, elaborar bios mais longas, ter até 400 GIFs favoritos e 20 links públicos.

O Telegram no Brasil

No Brasil, o serviço chega custando R$ 24,90 por mês e não haverá nenhuma ferramenta exclusiva dos pagantes, pois o app de mensagens pretende manter sua premissa de ser "gratuito para sempre", segundo detalhes do Canaltech.

Aqui no país, o aplicativo de conversas segue tendo problemas com o Supremo Tribunal Federal (STF). Em março, o ministro Alexandre de Moraes acolheu pedido da Polícia Federal e determinou o bloqueio da plataforma por entender que o serviço de mensagens tem sido utilizado como meio seguro para prática de crimes graves, como o compartilhamento de pornografia infantil.

Na semana passada, o delegado Cléo Mazzotti, chefe da divisão de Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal, área onde fica o setor responsável pelo combate aos crimes cibernéticos, declarou que o Telegram não entrega "respostas efetivas" aos questionamentos da Polícia Federal.

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