Michelle Bolsonaro promove culto e apresentação da cantora de sofrência Fernanda Costa em celebração pelo 7 de setembro

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A vida da cantora Fernanda Costa daria uma letra de suas músicas de sofrência. Nascida no Tocantins, ela foi apadrinhada por Bruno, da dupla Bruno e Marrone, quando lançou seu primeiro trabalho, em 2017, aos 32 anos. Ao contrário de suas colegas de gênero, Fernanda não afoga as mágoas na mesa do bar ou aponta o dedo na cara do marido infiel. Ela fala de amor em letras de canções como "Chame o juiz" ("Eu vou passar minha felicidade pro seu nome/ E nunca mais quero ouvir da sua boca a palavra some") e "Diga-me" ("Diga-me por que me despreza, me esnoba/ Fingi que não vê mas você me adora"), essa última com participação da dupla sertaneja. Nesta terça-feira, 7 de setembro, Fernanda participou de um culto promovido pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro, no Palácio da Alvorada, para celebrar o 7 de setembro.

Vestida de verde e amarelo, usando uma bandeira como manto, ela filmou tudo e, principalmente, postou tudo. Desde as apresentações hits gospel como "Cadeias quebrar" até a apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Seu perfil no Instagram é modesto, soma 90 mil seguidores. Depois de assistir a tudo na área VIP, a cantora seguiu para a área externa do Palácio, onde interpretou várias músicas de louvor acompanhada pelo cantor Marcinho Trapiá. Na plateia, estavam a primeira-dama e alguns amigos. O show também foi registrado no perfil de Michelle.

A vida de Fernanda teve sua sofrência. Aos 9 anos, depois que os pais se separaram, ela seguiu na estrada com o pai atrás do sonho de virar cantora. “Eu ficava feliz só de poder cantar. Não ganhava cachês, mas o público gostava de mim e mandava um prato de batatinha frita, um refrigerante", contou ela na ocasião do lançamento de seu primeiro DVD.

Num dia, quando ia para a faculdade, pegou carona com um senhor, os dois sofreram um acidente e Fernanda teve uma fratura no fêmur. “Fui para um hospital público, tinha greve e fiquei meses com dor. depois descobriram que o fêmur estava necrosado”, relembra. Foram quatro meses numa cadeira de rodas e 5 anos e meio de muletas.

A fada madrinha dela foi Mariane, mulher do sertanejo Bruno. Após ver Fernanda cantar, ela quis apresentá-la ao cantor. Bruno gostou tanto que dividiu o palco com ela, em 2010. Foi Bruno ajudou a custear a cirurgia de prótese para o quadril da cantora.

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