Milhares de pessoa participaram na Marcha do Orgulho em Madrid

Centenas de milhares de pessoas agitaram bandeiras arco-íris e dançaram música tecno na Marcha do Orgulho de Madrid este sábado, no regresso do evento após dois anos de restrições devido à pandemia da Covid.

Mane Fernandez, vice-presidente da Federação espanhola de Lésbicas, Gays, Transexuais e Bissexuais diz: "O que estamos a reivindicar na questão trans são as realidades não binárias - porque elas existem - e tem de estar prevista na lei a sua aplicação para os menores trans, para que eles também tenham direito à livre autodeterminação de género, com base na sentença do Tribunal Constitucional de 2019".

O lema da festa deste ano foi: "Face ao ódio: visibilidade, orgulho e resiliência" na continuação da luta pelos direitos da comunidade LGBTQI+.

Os amigos Raul, Guilhermo e Alejandro dizem que vieram reivindicar os direitos. Estão a divertir-se, mas estão aqui para lutar. Para que não se dê nem um passo atrás, que não se esqueça o verdadeiro motivo do desfile. "Não é uma festa", afirmam, "é uma reivindicação de direitos que durante muitos anos não tiveram" e que celebram por todos os que não estão presentes.

A marcha, que reclama um pacto de Estado e reivindica a aprovação da definitiva d a lei trans e LGBTQI, contou com a presença de vários ministros espanhóis e com o apoio no Twitter do primeiro-ministro, Pedro Sanchez.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos