Militares são achados carbonizados no RJ após verem jogo do Brasil; entenda o caso

Militares foram encontrados carbonizados em carro no RJ - Foto: Reprodução/Redes Sociais
Militares foram encontrados carbonizados em carro no RJ - Foto: Reprodução/Redes Sociais
  • Militares foram encontrados carbonizados dentro de um carro na Região dos Lagos do Rio de Janeiro

  • Dupla teria se perdido ao tentar ir para uma casa de prostituição na região

  • Eles foram torturados e queimados vivos por bandidos

Dois militares foram encontrados mortos e carbonizados no último sábado (3) em São Pedro da Aldeia, Região dos Lagos do Rio de Janeiro. As vítimas eram oficiais da Marinha e do Exército.

Os corpos foram identificados no domingo (4). O caso continua sendo investigado pela polícia.

Entenda o episódio

Jogo do Brasil na Copa

De acordo com informações do g1, a dupla havia viajado para a região de Cabo Frio para acompanhar o jogo entre Brasil e Camarões, na sexta (2), pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.

Ida a casa de prostituição

Após a derrota brasileira, os militares teriam ficado excessivamente embriagados e decidido ir a uma casa de prostituição no bairro Vinhateiro, em São Pedro da Aldeia.

Tortura e morte

Durante o percurso, porém, a dupla teria errado o caminho. Eles foram abordados por bandidos, torturados e queimados vivos.

Corpos encontrados

O 25º Batalhão de Polícia Militar (Cabo Frio) foi acionado por volta das 7h30 de sábado por pessoas que avistaram um carro incendiado na Estrada da Caveira.

Ao atenderem a ocorrência, perceberam que se tratava de um Honda Civic e que havia dois corpos sem identificação no interior, sendo um colocado no banco de trás e o outro, no porta-malas.

Identificação das vítimas

Os corpos foram levados ao Instituto Médico Legal (IML) e, após trabalho da perícia, foram identificados como Julio Cesar Mikaloski, sargento do Exército, e Sidiney Lins dos Santos Junior, sargento da Marinha.

Próximos passos

Ao portal Metrópoles, a Polícia Civil do Rio de Janeiro explicou que o caso foi registrado na 125ª DP (São Pedro da Aldeia) e continua sendo investigado.

“Os agentes buscam imagens de câmeras de segurança e ouvem testemunhas. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime”, informou.