Mineração de Bitcoin bomba na Argentina com energia subsidiada pelo governo e inflação

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A cidade de Buenos Aires. (Foto: Getty Images)
A cidade de Buenos Aires. (Foto: Getty Images)
  • Argentinos têm investido em Bitcoin para se proteger da inflação.

  • Há até um mercado paralelo no país para a cripto.

  • Subsídios do governo estimulam mineração.

Os argentinos têm encontrado nas criptomoedas uma alternativa econômica para se proteger da inflação anual galopante de 50% que atinge o país, em meio a uma crise econômica que já dura pelo menos três anos e que piorou ainda mais por conta da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus.

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O Bitcoin é conhecido como um ativo capaz de funcionar como abrigo anti-inflacionário, com sua natureza deflacionária, e valorização constante nos últimos anos, mesmo com a recente correção que fez derreter quase metade do seu valor de mercado em comparação à alta histórica de meados de abril.

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Há hoje até um mercado paralelo de Bitcoin na Argentina: onde cada unidade da cripto pode chegar a 5.9 milhões de pesos, pouco menos do dobro da cotação oficial, de 3.4 milhões de pesos.

E não é só isso que tem feito o Bitcoin ser atraente para os argentinos. O país assiste agora a um “boom” na mineração de criptos, já que a energia elétrica recebe subsídios governamentais. Assim, fica mais lucrativo investir na mineração de bitcoins, atividade conhecida por seu alto consumo energético.

O negócio é tão lucrativo que até mesmo empresas internacionais estão de olho no mercado argentino.

No mês passado, a canadense Bitfarms fechou um acordo com uma geradora local para comprar 210 megawatts de eletricidade gerada por gás natural, para construir o que deve se tornar a maior “mina” de criptomoedas da América do Sul.

As informações são de reportagem da agência de notícias Bloomberg.

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