Ministério da Saúde: Centrão defende 'mandato tampão' de general

Natália Portinari
General Eduardo Pazuello assumiu o Ministério da Saúde de forma interina (Andressa Anholete/Getty Images)

BRASÍLIA - O grupo de parlamentares do centrão que se aproximou recentemente de Jair Bolsonaro tem defendido a permanência de Eduardo Pazuello, nomeado hoje ministro interino, no Ministério da Saúde até que acabe a pandemia.

O general, antes secretário-executivo da pasta, assumiria assim um "mandato tampão". O argumento é que, por ser um militar, Pazuello seguiria as ordens impostas por Bolsonaro sem questionamentos, ao contrário de um médico, como foram os dois ministros anteriores.

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O vice-líder de governo e ex-ministro da Saúde Ricardo Barros (PP-PR) é um dos que vem defendendo esse ponto de vista a interlocutores. Para o líder do governo no Congresso, o senador Eduardo Gomes (MDB-TO), Pazuello é a pessoa ideal para organizar a parte de logística e apoio aos estados, essencial durante a crise do coronavírus.

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