Ministério da Saúde desfaz núcleo criado para monitorar varíola dos macacos

O Ministério da Saúde decidiu finalizar a sala de situação criada para monitorar a disseminação da varíola dos macacos no país. A pasta afirma, no entanto, que continuará acompanhando o cenário da doença no Brasil. Até o momento, 228 casos da enfermidade foram registrados, um aumento de 185% em uma semana.

De acordo com a pasta, a sala de situação serviu para padronizar informações e orientações às secretarias de todo país. A informação foi noticiada pelo jornal "Estado de S. Paulo" e confirmada pelo GLOBO. Segundo integrantes do ministério, o monitoramento da doença será incorporado à rotina do órgão e por isso a sala foi descontinuada.

"A sala de situação da monkeypox atuou durante 50 dias junto aos estados, com o objetivo de divulgar de maneira rápida e eficaz as orientações para resposta ao evento de saúde pública de possíveis casos da doença no Brasil, além de direcionar as ações de vigilância em saúde, quanto à definição de casos, processo de notificação, fluxo laboratorial, fluxo assistencial e investigação epidemiológica no país", afirmou o Ministério da Saúde em nota.

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Nesta quarta-feira, os estados da Bahia e Pernambuco registraram os primeiros casos da doença. Além deles, há casos em São Paulo; Rio de Janeiro; Minas Gerais; Paraná; Rio Grande do Sul; Ceará; Rio Grande do Norte; Goiás e Distrito Federal.

O aumento no número de casos da doença tem chamado atenção de autoridades sanitárias no país. Há cerca de duas semanas o Instituto Butantan criou um comitê para analisar a disseminação da varíola dos macacos. O grupo terá como trabalho avaliar a possibilidade de desenvolvimento de uma vacina contra a doença, entre outras medidas.

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