Ministério Público investiga dano em estação de água após afundamento do solo em Maceió

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***ARQUIVO***MACEIÓ, AL, 07.07.2011 - Fábrica de cloro da Braskem, no bairro de Pontal da Barra, em Maceió, em Alagoas. (Foto: Pablo de Luca/Folhapress)
***ARQUIVO***MACEIÓ, AL, 07.07.2011 - Fábrica de cloro da Braskem, no bairro de Pontal da Barra, em Maceió, em Alagoas. (Foto: Pablo de Luca/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Ministério Público Federal abriu inquérito para apurar se há correlação entre um dano na estrutura de uma estação de tratamento de água em Maceió com o caso do afundamento do solo atribuído à extração de sal-gema da Braskem que destruiu pisos e rachou paredes de casas em diversos bairros na capital alagoana em 2018.

A petroquímica diz que a estação não está no mapa das áreas de risco da Defesa Civil de Maceió, mas implantou um sistema de monitoramento no local.

Procurada pelo Painel S.A., da Folha de S.Paulo, a Braskem também afirma que assinou um termo de compromisso para prestar apoio técnico.

A Casal (Companhia de Saneamento de Alagoas) diz que atribui à Braskem o fenômeno do afundamento do solo, mas que tem dialogado com a petroquímica. Também afirma que autorizou a realização de obras para mitigar o problema na estação, a serem feitas por uma empresa contratada pela Braskem.

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