Ministério Público do Rio prorroga por mais quatro meses força-tarefa que investiga as 28 mortes no Jacarezinho

·1 minuto de leitura

RIO — O Ministério Público do Rio de Janeiro anunciou, nesta quarta-feira, a decisão de prorrogar, inicialmente, por mais quatro meses os trabalhos da força-tarefa que está investigando as 28 mortes, entre elas a de um policial civil, ocorridas na favela do Jacarezinho, no começo de maio e considerada mais letal da história do estado. Segundo o MP, o prazo foi estendido para dar continuidade às investigações.

O coordenador de Segurança Pública do MP-RJ, Reinaldo Lomba, afirmou em audiência realizada na Assembleia Legislativa que uma das maiores dificuldades da investigação é localizar testemunhas. A criação da força-tarefa foi anunciada logo após a operação que resultou nas mortes.

Na ocasião, o procurador geral de Justiça, Luciano Mattos, afirmou que foi feita essa opção pela complexidade do caso. Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) havia suspendido as operações policias, exceto em casos excepcionais.

— Nós identificamos a necessidade de criar uma força-tarefa para esse procedimento investigativo criminal — afirmou Mattos, na ocasião.

O prazo inicial para conclusão das investigações era de quatro meses, podendo ser prorrogado por mais quatro.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos