Ministra diz que Carlos Bolsonaro não pode representar no TSE e nega ação contra Lula

*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  13-01-2021, 12h00: O vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, conversa com apoiadores. Ele estava acompanhando o pai no almoço. O presidente Jair Bolsonaro tira fotos com apoiadores ao sair de um restaurante na Vila Planalto, bairro vizinho à esplanada dos ministérios, onde ele almoçou. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 13-01-2021, 12h00: O vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, conversa com apoiadores. Ele estava acompanhando o pai no almoço. O presidente Jair Bolsonaro tira fotos com apoiadores ao sair de um restaurante na Vila Planalto, bairro vizinho à esplanada dos ministérios, onde ele almoçou. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A ministra Maria Claudia Bucchianeri, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), negou nesta quinta-feira (8) pedido de Carlos Bolsonaro (Republicanos) para excluir publicações das redes sociais de Lula (PT) e de políticos da oposição que relacionam a queda do preço dos combustíveis à liderança do petista nas pesquisas.

Bucchianeri não chegou a avaliar o mérito do pedido. Ela negou a ação sob argumento de que Carlos não está habilitado a apresentar reclamações, representações e pedidos de direito de resposta ao TSE.

Esse tipo de ação só pode ser movida por "qualquer partido político, federação de partidos, coligação, candidata e candidato".

Carlos afirmou no Twitter, na terça (6), que acionou o TSE contra mensagens que estavam "ludibriando eleitores de que a diminuição dos preços dos combustíveis se dá pela posição de Lula em 'pesquisa eleitoral"'.

Em uma das publicações questionadas pelo vereador, o deputado federal Jorge Solla (PT-BA) afirmava: "Lula subiu, gasolina caiu".

O vereador pediu ao TSE a remoção das publicações, além da identificação dos responsáveis de perfis que reproduziram o discurso contra Bolsonaro.