Ministro da Defesa nega ameaça às eleições e diz que cabe ao Congresso decidir sobre voto impresso

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BRASÍLIA — O ministro da Defesa, general Braga Netto, negou nesta quinta-feira que tenha ameaçado um golpe militar em meio às denúncias de corrupção na CPI da Covid, que indicam o envolvimento de militares das Forças Armadas na compra de vacinas no Ministério da Saúde. O general também afirmou que a discussão e a decisão acerca do voto impresso cabem exclusivamente ao Congresso Nacional, onde uma PEC tramita.

Para Braga Netto, a ameaça poderia gerar “instabilidade entre os Poderes da República”:

“O Ministério da Defesa reitera que as Forças Armadas atuam e sempre atuarão dentro dos limites previstos na Constituição. A Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira são instituições nacionais, regulares e permanentes, comprometidas com a sociedade, com a estabilidade institucional do País e com a manutenção da democracia e da liberdade do povo brasileiro”, diz a nota.

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