Ministro da Saúde do Equador pede demissão em meio a investigação sobre vacinas

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Profissional da saúde toma vacina da Pfizer/BioNTech em Quito

QUITO (Reuters) - O ministro da Saúde do Equador, Rodolfo Farfán, pediu demissão após passar menos de 20 dias no cargo, confirmou o governo nesta sexta-feira, em meio a uma investigação do Ministério Público sobre o programa de vacinação contra a Covid-19.

Farfán, cirurgião com larga experiência, foi nomeado no início do mês ministro da Saúde em substituição a Juan Carlos Zevallos, que também pediu para deixar o posto durante uma investigação sobre a forma como conduziu o processo de imunização contra a Covid-19.

A saída de Farfán, confirmada pela Secretaria de Comunicação, ocorre dias depois que promotores e policiais fizeram buscas nas instalações do Ministério da Saúde e um hospital em Quito como parte da investigação.

O Equador iniciou a imunização em janeiro tendo como prioridade a população com maior exposição e vulnerabilidade ao vírus. Nesta semana foi iniciado o cadastramento dos idosos e demais profissionais da área de saúde para acesso à vacina.