Ministro da Saúde diz que Flávio Dino proibiu coletiva, mas secretário desmente

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Brazilian Health Minister Marcelo Queiroga attends a press conference to talk about the federal government response to the COVID-19 pandemic at the Planalto presidential palace in Brasilia, Brazil, Wednesday, April 14, 2021. (AP Photo/Eraldo Peres)
Brazilian Health Minister Marcelo Queiroga attends a press conference to talk about the federal government response to the COVID-19 pandemic at the Planalto presidential palace in Brasilia, Brazil, Wednesday, April 14, 2021. (AP Photo/Eraldo Peres)
  • O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o governador do Maranhão, Flávio Dino, discutiram no Twitter

  • Queiroga acusou Dino de proibir que o secretário de Saúde do Maranhão participasse de entrevista coletiva sobre variante indiana do coronavírus

  • O governador e o secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula, desmentiram o ministro

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, acusou o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), de ter proibido que seu secretário de Saúde, Carlos Lula, participasse de entrevista coletiva para discutir ações contra a propagação da variante indiana do coronavírus, detectada pela primeira vez no estado nordestino. Dino e Carlos Lula desmentiram o integrante do governo federal no Twitter.

A discussão entre Queiroga e Dino começou quando o governador do Maranhão criticou declarações do ministro a jornalistas: "Incrível essa entrevista coletiva do ministro da Saúde. Ele diz que debateu sobre o Maranhão com os secretários municipais de Saúde de São Paulo e do Rio. E com o prefeito de Guarulhos. Menos com o governo do Maranhão, É impossível até entender o que eles farão".

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Queiroga respondeu com a acusação contra Dino: "Estranho, Vossa Excelência. Ao contrário do que afirma, conversei com o secretário Carlos Lula, por telefone, e o convidei para a coletiva. No entanto, ele informou que o senhor não autorizou a participação dele. Este deve ser um momento de união. Nosso único inimigo é o vírus!".

Dino, que autuou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por provocar aglomeração e não usar máscara durante visita ao Maranhão, rebateu o ministro: "O secretário Carlos Lula não foi ouvido sobre nada. E claro que ele não se dispôs a ser enfeite em coletiva. Estamos sempre à disposição para diálogos sérios. E espero que o presidente da República ouça suas recomendações, passe a usar máscaras e evitar aglomerações".

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Em seguida, foi a vez de Carlos Lula desmentir Queiroga: "Ministro, o ideal é construirmos essas decisões entre o Ministério e os estados em conjunto. Não posso participar de uma coletiva recebendo uma ligação minutos antes dela iniciar. Mas continuamos à disposição para tomarmos as decisões necessárias para o momento que vivemos".

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