Ministro de Lula é vítima de golpe do PIX

Ministro do Desenvolvimento Regional foi alvo de golpe do PIX

Waldez Goes, Ministro do Desenvolvimento Regional do governo de Lula (PT), foi vítima do golpe do PIX. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Waldez Goes, Ministro do Desenvolvimento Regional do governo de Lula (PT), foi vítima do golpe do PIX. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

- Ministro do Desenvolvimento Regional no governo de Lula (PT), Waldez Góes (PDT), foi alvo do golpe do PIX;

- Criminoso criou conta com número do ministro para pedir dinheiro em nome dele;

- Informação foi divulgada pelo ministério. A Polícia Federal já foi acionada para identificar os responsáveis pelo crime.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional Waldez Góes (PDT) foi vítima de uma fraude pelo WhatsApp. Um estelionatário criou um conta no aplicativo de mensagens e se passou por ele para aplicar golpes.

O número utilizado pelo golpista é o (61) 99979-5094. A informação foi confirmada à imprensa por nota do Ministério.

A intenção é usar o nome do ministro para pedir dinheiro via PIX. A Polícia Federal já foi acionada para identificar os responsáveis pelo crime.

"Foi criado um perfil com o número (61) 99979-5094, se passando pelo ministro, que está sendo utilizado para aplicar golpes. O Ministério reitera que esse número não pertence ao ministro Waldez Góes.", diz o texto.

Quem é Waldez Goés

Ex-governador do Amapá por quatro mandatos, o pedetista faz parte da “cota” do Centrão no governo do presidente Lula (PT). Após a nomeação, o ministro disse pretender aumentar a participação de fundos constitucionais para o financiamento da integração regional do país. Ele também que retomar obras e fortalecer autarquias.

Em 2019, Waldez foi acusado de desviar valores de empréstimos consignados de servidores públicos. Por esse motivo, a escolha do nome dele para a pasta do Desenvolvimento Regional foi criticada pela Transparência Internacional, ONG que atua no combate à corrupção.

Na época, a equipe dele respondeu ao portal UOL que foi reconhecido pela Justiça que os valores foram utilizados para pagar servidores, não havendo qualquer desvio. Além disso, segundo a assessoria do ministro, "não existem nenhum débito do Estado do Amapá com os bancos referentes ao período".