Missa de 7º dia do lutador Leandro Lo reúne amigos e familiares em SP

O campeão brasileiro de jiu-jitsu Leandro Lo durante competição em São Paulo, no dia 2 de agosto de 2021. (Foto: AFP)
O campeão brasileiro de jiu-jitsu Leandro Lo durante competição em São Paulo, no dia 2 de agosto de 2021. (Foto: AFP)

A missa de 7º dia do campeão mundial de jiu-jitsu Leandro Lo Pereira, de 33 anos, reuniu amigos e familiares neste domingo (14) na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, no bairro da Aclimação, em São Paulo. As informações são do G1.

Leandro morreu no dia 7 de agosto após ser baleado na cabeça pelo policial militar Henrique Otávio de Oliveira Veloso.

A mãe do esportista, Fátima Lo, fez o convite para a missa, que teve início ao meio-dia, em suas redes sociais. A publicação gerou inúmeros comentários de admiradores do campeão mundial, que se solidarizaram através de mensagens

“Tantas pessoas más no mundo e os bons se vão cedo! Meus sentimentos a família e mta força! Deus conforte o coração de vocês”, escreveu um rapaz.

“Leandro é mais um anjo de luz brilhando na pátria espiritual “, disse um outro perfil.

O crime

De acordo com o relato de amigos que estavam com o lutador na casa de show, Veloso pegou uma bebida que estava na mesa deles. Após discutirem, Lo imobilizou o PM no chão de forma a contê-lo. Quando já estava solto, o policial se levantou, deu quatro passos para frente, e depois se virou atirando na cabeça de Leandro.

Lo chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal Arthur Saboya, no Jabaquara, mas teve a morte cerebral confirmada.

O policial se entregou à polícia no domingo a noite (07) e foi encaminhado ao presídio Romão Gomes, onde segue detido temporariamente por 30 dias, a pedido do Ministério Público. Ele vai responder por homicídio doloso por motivo fútil.

Neste domingo a TV Globo teve acesso as imagens que mostram que após atirar e matar Leandro Lo, o policial militar foi a uma outra boate onde consumiu uísque e gin. De lá, ele saiu acompanhado de uma mulher, que seria uma prostituta, segundo o delegado que acompanha o caso. Os dois foram então a um motel, onde permaneceram por quase dez horas.