Mocidade traz trono de Elza Soares vazio, em homenagem à cantora

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No primeiro desfile sem Elza Soares, morta em janeiro deste ano, a Mocidade Independente de Padre Miguel, escola com a qual a cantora tinha uma profunda ligação, prestou-lhe uma homenagem. A última alegoria, que lembrava carnavais marcantes da agremiação da Zona Oeste do Rio, trouxe o trono em que Elza desfilou em sua última passagem pela Sapucaí, em 2020, vazio. À época, a Mocidade apresentou o enredo "Elza Deusa Soares", contando a história da cantora.

Carnavalesco da escola, Fábio Ricardo explica que o tributo foi um pedido da direção da escola:

— Foram a escola e a direção da escola que pediram para deixar a cadeira dela, em que ela sempre desfilou, como uma homenagem. Apenas a redecorei, para que representasse mais uma estrelas da mocidade que já não estão presentes. A escola me informou que ela tinha uma ligação profunda com mestre (de bateria) André e a escola.

Elza Soares morreu aos 91 anos no dia 20 de janeiro, dia de São Sebastião. O santo é ligado, pelo sincretismo religioso, a Oxóssi, orixá padroeiro da Mocidade e homenageado pela escola este ano.

Eleita a "voz do milênio" pela BBC, Elza foi um dos maiores expoentes da música brasileira. Pela Mocidade, foi uma das primeiras puxadoras mulheres da história do carnaval e também madrinha de bateria.

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