Modelo preso por atropelar adolescente reclama: “Me chamaram de assassino”

Modelo e influenciador Bruno Krupp em foto divulgada nas redes sociais. Ele teve a prisão preventive terminada após atropelar e matar um adolescente (Foto: Reprodução/Instagram)
Modelo e influenciador Bruno Krupp em foto divulgada nas redes sociais. Ele teve a prisão preventive terminada após atropelar e matar um adolescente (Foto: Reprodução/Instagram)

Bruno Krupp, modelo preso após atropelar e matar o adolescente João Gabriel Cardim Guimarães, de 16 anos, reclamou do tratamento que estaria recebendo no hospital onde está internado, no Rio de Janeiro.

No vídeo, revelado pela TV Globo, Krupp afirma que estão agindo “como se ele tivesse feito alguma coisa errada” e chamando-o de “assassino”.

“Eu fui levado de ambulância, eu não fugi do hospital, não fugi dos médicos. Eu estava morrendo no hospital, os empregados me tratando mal no hospital, batendo com a maca no corredor, me chamando de assassino, como se eu tivesse feito alguma coisa errada”, diz Bruno Krupp na gravação.

“Eu não bebi, eu não usei droga, foi um acidente, gente!”, declarou. O modelo atropelou João Gabriel Guimarães no último sábado (30) e foi internado no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Depois, foi transferido para o hospital particular Marcos de Moraes, no Méier, Zona Norte.

Segundo o g1, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro ainda não se posicionou sobre as declarações de Bruno Krupp.

Prisão preventiva

A juíza Maria Isabel Pena Pieranti, do plantão judicial do Tribunal de Justiça do Rio, decretou a prisão preventiva do modelo Bruno Fernandes Moreira Krupp, de 25 anos, pelo atropelamento que matou o estudante João Gabriel Cardim Guimarães.

Na decisão, a magistrada, afirma que o rapaz “não é um novato nas sendas do crime” e que sua liberdade “comprometeria a ordem pública, sendo a sua constrição imprescindível para evitar o cometimento de crimes de idêntica natureza, podendo-se dizer que a medida visa também resguardar a sociedade de condutas que ele possa vir a praticar”. O despacho ainda menciona que ele já foi parado por agentes da Lei Seca três dias antes do acidente, mas a blitz acabou por não ter o efeito didático.

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