Molon vê pressão do PT, mantém candidatura ao Senado e cogita vaquinha

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***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF,  BRASIL,  12-07-2019 - O deputado federal Alessandro Molon (PSB). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, BRASIL, 12-07-2019 - O deputado federal Alessandro Molon (PSB). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O deputado federal Alessandro Molon (PSB) confirmou nesta sexta-feira (5) sua candidatura ao Senado pelo Rio de Janeiro após o impasse com o PT pela vaga na chapa.

Ele afirmou que há uma pressão do PT para que o PSB asfixie financeiramente sua campanha, mas afirmou ter como alternativa o apoio por meio de uma vaquinha virtual.

"Há uma forte pressão do PT sobre o PSB para que o PSB retire os recursos da nossa campanha na tentativa de obrigar a nossa desistência. Nós não desistiremos", disse ele.

Em reunião virtual na tarde desta sexta-feira (5), a executiva nacional do PT decidiu manter a aliança com Marcelo Freixo (PSB) ao governo do Rio de Janeiro, mesmo depois de o PSB lançar o nome de Molon ao Senado.

O PT aprovou a chapa encabeçada por Freixo, tendo o presidente da Assembleia Legislativa, André Ceciliano, ao Senado.

Com a decisão, alega que o tempo de TV a que o PSB tem direito terá de ser destinado à campanha de Ceciliano, não a Molon. Essa nova disputa pode ser levada à Justiça.

Além de PT e PSB, a coligação reúne também as federações PSDB-Cidadania e PSOL-Rede.

A candidatura de Molon é apontada por petistas como afronta ao acordo pelo qual o PSB ocuparia a cabeça da chapa e o PT indicaria o candidato ao Senado --no caso, Ceciliano.

"Estamos lançando hoje nossa campanha de financiamento coletivo para que as pessoas contribuam. O que mais recebi nos últimos dias foram mensagens de pessoas dizendo que gostariam de contribuir com a nossa campanha."

Ele afirmou considerar "uma pressão indevida que viola os direitos desses eleitores" e que acredita que ela não prevalecerá. "Espero que o PSB não concorde com essa pressão."

O deputado, que tem o apoio da Rede, PSOL e Cidadania, minimizou ainda as críticas de setores do PT sobre sua saída do partido após a crise da Operação Lava Jato.

"Essas críticas não apareceram no passado quando fui escolhido pelo PT e todos os partidos para ser líder da oposição. Fui escolhido para essa tarefa com o voto do PT. Não é possível que eu tenha servido para ser líder da oposição e não possa servir como candidato ao Senado."

O deputado disse também que fará campanha para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar do impasse.

"O Brasil não sobrevive a mais quatro anos de Bolsonaro", disse.

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