Moraes aceita compartilhar dados de inquérito das fake news, dizem senadores da CPI

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BRASÍLIA, DF, 24.08.2021 - Emanuel Catori, sócio da farmacêutica Belcher, ao chegar nesta quarta-feira, 24 de agosto, para reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar ações e gestão do governo durante a pandemia da doença corona vírus (COVID-19), no Senado Federal. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASÍLIA, DF, 24.08.2021 - Emanuel Catori, sócio da farmacêutica Belcher, ao chegar nesta quarta-feira, 24 de agosto, para reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar ações e gestão do governo durante a pandemia da doença corona vírus (COVID-19), no Senado Federal. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente e o vice-presidente da CPI da Covid, senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disseram nesta terça-feira (24) que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), aceitou compartilhar informações do inquérito das fake news com o colegiado.

A afirmação foi feita logo após uma reunião de senadores com o ministro, alvo de pedido de impeachment feito pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O encontro foi no gabinete de Moraes, no Supremo. De acordo com os senadores, foi uma vista de cortesia e apoio ao ministro.

Segundo Aziz, o inquérito irá ajudar a comissão que apura ações e omissões do governo federal no enfrentamento da Covid-19. Isso porque, segundo ele, já há uma investigação mais aprofundada sobre as fake news.

"Tudo que se trata de fake news em relação à propagação de medicamentos e que contribuiu com a morte de brasileiros é de responsabilidade da CPI", disse Aziz.

"Queremos esse compartilhamento porque é o mesmo núcleo que pede o fechamento do Supremo, núcleo negacionista que defende imunização de rebanho, medicamentos sem comprovação científica", afirmou.

O ministro decidiu no dia 4 de agosto incluir Bolsonaro como investigado no inquérito das fake news em tramitação na corte.

A decisão ocorre após o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, ter enviado notícia-crime ao Supremo contra o chefe do Executivo para que a conduta dele seja investigada por causa de uma live com profusão de mentiras sobre o sistema eletrônico de votação.

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