Moro não descarta reviravolta e disputa da presidência: “O mundo reserva surpresas”

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Sergio Moro deixou o Podemos, partido pelo qual era pré-candidato, para filiar-se ao União Brasil (Foto: EDUARDO MATYSIAK/AFP via Getty Images)
Sergio Moro deixou o Podemos, partido pelo qual era pré-candidato, para filiar-se ao União Brasil (Foto: EDUARDO MATYSIAK/AFP via Getty Images)

Resumo da notícia

  • Sergio Moro não descarta volta à disputa eleitoral para presidente

  • Segundo ex-ministro, o nome dele segue à disposição, caso haja o interesse do União Brasil

  • Moro era pré-candidato no Podemos, mas o União Brasil escolheu Luciano Bivar para disputar a presidência

O ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) não descartou uma possível reviravolta na carreira política, em que volte a disputar a eleição presidencial, ainda em 2022. Segundo Moro, o nome dele “está à disposição” do partido para um projeto nacional.

“O mundo às vezes reserva surpresas”, declarou o ex-juiz em entrevista à Rádio Eldorado nesta quarta-feira (27).

Moro era pré-candidato à presidência pelo Podemos, mas deixou o partido para filiar-se ao União Brasil. Na nova legenda, caciques vetaram a possibilidade de uma candidatura ao Executivo. Atualmente, o indicado pelo partido para ser pré-candidato ao Planalto é o presidente do União Brasil, Luciano Bivar.

Sergio Moro não revelou qual seria a outra alternativa para a continuidade da vida política, caso não volte a tentar a presidência. “Há muitas alternativas”, disse. “Tudo passa por uma construção pelo partido político. Eu posso ser candidato a um eventual cargo, mas isso ainda estamos discutindo.”

Na opinião do ex-juiz, é preciso construir uma candidatura que fuja tanto do ex-presidente Lula (PT) quanto de Jair Bolsonaro (PL). “Precisamos de uma candidatura de centro, moderada no polo político, disposta a fazer as reformas que o Brasil precisa e que apresente integridade”, declarou.

Sobre os critérios que deveriam ser adotados para escolher o candidato da “terceira via”, Sergio Moro citou avaliação de estrutura partidária e também intenção de voto.

Moro era o terceiro colocado até o nome do ex-juiz deixar as pesquisas, mas não chegava a 10% das intenções de voto. Sem ele, a maior parte dos votos migrou para Jair Bolsonaro.

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