Morta em invasão no Capitólio, Ashli Babbitt era veterana das Forças Armadas dos EUA

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A mulher baleada no Capitólio, em Washington, nesta quarta-feira, dia 6, após uma invasão de apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump, já foi das Forças Armadas do país.Ashli Babbitt, de 35 anos, era casada e morava em San Diego, na Califórnia. A identidade dela foi confirmada pelo marido, Timothy McEntee, em entrevista ao jornal "Washington Post". O casal administrava um serviço de manutenção de piscinas.

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Segundo o marido, Ashili era uma “grande patriota” e uma pessoa ativa nas redes sociais. A mulher serviu por 14 anos no Afeganistão, Iraque e Kuwait. Eles se conheceram quando ambos estavam no serviço militar. McEntee não sabia que Babbitt havia viajado para Washington para os protestos. Ele ficou chocado com a notícia de sua morte e a descreveu como inteligente e obstinada.

“Eu me sinto muito mal e mal do estômago por isso. Ela nunca tinha medo de falar o que pensava e, de certa forma, essa era sua maneira de falar o que pensava (indo para o comício). Era muito barulhenta e firme nas suas opiniões, mas também era cheia de amor e carinhosa”, disse o homem.

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Uma das últimas postagens feitas pela seguidora de Trump foi no Twitter na terça-feira, dia 5. A mulher compartilhou diversas mensagens sobre os protestos que cercavam o Capitólio em Washington. Em suas postagens, ela sempre reforçou a ideia de que houve uma suposta fraude nas eleições gerais dos Estados Unidos, em novembro de 2020, quando Trump foi derrotado pelo democrata Joe Biden.

"Nada vai nos parar, a tempestade está aqui e chegará a Washington em menos de 24 horas. Da escuridão à luz”, escreveu.