Após pior semana da pandemia, Brasil acumula 22.013 mortes confirmadas por covid-19

Marcella Fernandes

Um dia após chegar à posição de segundo país com mais casos confirmados de covid-19, o Brasil contabilizou mais 16.508 registros, somando a 347.398 infectados, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde neste sábado (23).

O total de mortes é de 22.013, o que representa 965 a mais do que no balanço desta sexta-feira (22). Entre os óbitos confirmados em 24 horas, 515 ocorreram nos últimos 3 dias. 

Nesta sexta, com o recorde de 20.803 casos confirmados de um dia para o outro, o Brasil alcançou 330.890 diagnósticos e ultrapassou a Rússia, que acumulava 326 mil casos positivos para novo coronavírus.

Na comparação com informações mais recentes, a Rússia está com 335 mil. O Brasil só está atrás dos Estados Unidos, com 1,6 milhão de infectados, de acordo com dados do Centro de Recursos de Coronavírus da Universidade Johns Hopkins.

No Brasil, o maior número de diagnósticos positivos está no estado de São Paulo, com 80 mil casos e 6.045 mortes, de acordo com dados deste sábado. Em seguida, aparece Rio de Janeiro, com 3.905 mortes, Ceará (2.308), Pernambuco (2.144), Pará (2.001) e Amazonas (1.744).

A América do Sul se tornou o novo epicentro da pandemia, com o Brasil na liderança desse cenário, de acordo com anúncio feito pela OMS (Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta. “Vimos muitos países sul-americanos com aumento do número de casos, e claramente há preocupação em muitos desses países, mas certamente o mais afetado é o Brasil neste momento”, afirmou Michael Ryan, diretor-executivo da organização.

Na terça-feira (19), o País superou a marca de mais de mil mortes confirmadas de um dia para o outro: 1.170. O número também é um marco na evolução diária da pandemia quando comparada a outros países. Supera o total de 919 mortes confirmadas em 24 horas no fim de março na Itália, um dos principais epicentros na Europa da crise sanitária e um dos cenários mais dramáticos da pandemia até...

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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Luís Roberto Barroso assume a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta segunda-feira (25) com a missão de pautar oito ações que podem levar à cassação do presidente Jair Bolsonaro e do vice Hamilton Mourão por crimes eleitorais. Todas as representações apresentadas ainda em 2018 contra o atual chefe do Executivo ainda estão em tramitação na corte, enquanto as cinco ações contra seu principal adversário, Fernando Haddad (PT), já foram arquivadas. Entre as acusações à chapa vencedora do último pleito estão disparo em massa de fake news financiado por caixa dois, abuso de poder econômico na instalação de outdoors e ataques hackers a adversários, entre outros. Apenas uma já foi julgada improcedente pelos ministros, mas a apresentação de recurso foi aceita e o processo ainda não foi arquivado. Trata-se da representação em que o PT acusa Bolsonaro de ter sido beneficiado pela cobertura televisiva da Rede Record na campanha. As duas ações baseadas em reportagem da Folha, que revelou um esquema de disseminação de informações falsas durante a campanha bancado por empresários sem a devida prestação de contas à Justiça Eleitoral, ainda não estão liberadas para julgamento. O último despacho do relator, ministro Og Fernandes, foi em dezembro, quando pediu para as partes se manifestarem sobre as informações prestadas pelo WhatsApp, plataforma que teria sido usada no disparo das fake news. O temor do governo é que, caso a crise econômica se agrave e a popularidade de Bolsonaro despenque, a cassação da chapa ganhe força por ser um processo menos traumático, mais rápido e que não envolve fatores políticos como um impeachment. Além disso, diferentemente de um impedimento aprovado pelo Congresso, Mourão também deixaria o cargo e evitaria a resistência de parlamentares de ter um presidente general em um governo já repleto de militares. A presença de Barroso, que tem dado decisões duras contra o governo no STF (Supremo Tribunal Federal) e é conhecido por ter posições progressistas nos costumes, também pôs o Planalto em alerta com as ações em curso no TSE. E o ministro ainda se somará na corte eleitoral ao colega de Supremo Alexandre de Moraes, que também assume um assento no tribunal e está na linha de tiro da disputa entre Executivo e Judiciário após impedir a posse de Alexandre Ramagem na Polícia Federal. Por outro lado, o governo vê com bons olhos a mudança na corregedoria-geral eleitoral, que é responsável por relatar as ações. Atualmente, está no cargo Og Fernandes, que dará lugar ao também ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Luís Felipe Salomão. O magistrado sonha em assumir uma vaga no STF e, durante as eleições, quando estava na corte, deu decisões favoráveis a Bolsonaro em relação a supostas propagandas eleitorais ilegais. As duas ações que devem ter a análise concluída primeiro apuram se Bolsonaro apoiou a iniciativa de criminosos para invadir um grupo virtual intitulado "Mulheres Unidas contra Bolsonaro", que tinha mais de 2,7 milhões de pessoas. A expectativa é que ambas sejam apreciadas pelo plenário do TSE ainda em junho. Os invasores mudaram o nome para "Mulheres COM Bolsonaro 17", e o então candidato publicou um agradecimento às "mulheres de todo o Brasil", acompanhado de foto da página do grupo modificada. As ações foram apresentadas por Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL), que apontaram "forte elemento" da provável participação de Bolsonaro no episódio ou, no mínimo, de sua ciência. O julgamento já começou. O relator, Og Fernandes, votou para rejeitar a ação, sob as justificativas de que não há clareza sobre a autoria do ataque e que o fato foi insuficiente para alterar o quadro eleitoral. O ministro Edson Fachin pediu vista, suspendendo temporariamente a análise. Dos oito processos que miram a chapa de Bolsonaro, quatro foram apresentados pela coligação do PT, dois pela do PDT, de Ciro Gomes, um por Marina e outro por Boulos. Os advogados do presidente se manifestaram contra todas as ações e já pediram, inclusive, para o TSE extingui-las. A defesa do chefe do Executivo disse que não há evidências que justifiquem o prosseguimento dos casos. Afirmou, ainda, que as representações tiveram objetivo "criar fato político inverídico" e "produzir celeuma midiática". "No âmbito do processo judicial eleitoral, tendo em vista as graves sanções que podem ser impostas, notadamente a inelegibilidade de candidato, exige-se que as provas da suposta ilicitude sejam robustas", argumentou a advogada Karina Kufa na ação do PT que apura o disparo em massa de fake news. Em 2017, o TSE rejeitou por um placar de 4 a 3 a cassação da chapa que elegeu os ex-presidentes Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB) em 2014. A ação foi proposta pelo PSDB do hoje deputado federal Aécio Neves (MG), adversário de Dilma em 2014, sob a alegação de que houve abuso de poder econômico no processo eleitoral. A análise do caso se estendeu por três anos na corte eleitoral, tendo só sido levada a julgamento um ano após o afastamento de Dilma, que sofreu impeachment em 2016.

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