Mortes por Covid-19 nos EUA já equivalem às da gripe espanhola no país

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O número de mortos por Covid-19 nos EUA deve superar, nos próximos dias, a marca deixada entre 1918 e 1919 pela gripe espanhola, que matou cerca de 675 mil pessoas no país. Atualmente, segundo monitoramento da Universidade Johns Hopkins, os EUA já registraram cerca de 674 mil mortes por coronavírus.

No domingo (19), de acordo com levantamento feito pelo jornal The New York Times, o país voltou a superar a marca de 2.000 mortes diárias em razão da doença, com base na média móvel dos números dos setes dias anteriores. É a primeira vez que os EUA registram essa quantidade de mortos desde 1º de março.

O país vem sofrendo com a disseminação da variante delta e o movimento antivacina. Segundo o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), 54,6% da população americana recebeu as duas doses de imunizantes contra a doença —no Brasil, são 37,6%.

Causada por um vírus H1N1 com genes de origem aviária, a gripe espanhola teria atingido 500 milhões de pessoas —um terço da população mundial da época. Ao todo, 50 milhões de pessoas morreram no mundo devido a complicações da doença.

No Brasil, segundo a Fundação Getúlio Vargas, a gripe espanhola causou mais de 35 mil mortes, entre as quais, acredita-se, a do presidente eleito Rodrigues Alves, que não chegou nem a tomar posse devido à doença.

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