Moto voadora é exibida como novidade no Japão; veja imagens

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street light and traffic signals
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  • Motos voadoras estão em desenvolvimento no Japão e são vistas em autódromos;

  • O projeto batizado de XTurismo está em desenvolvimento desde 2017;

  • As motos são desenvolvidas pela empresa japonesa A.L.I. Technologies;

As cenas futurísticas de carros voadores de filmes de ficção científica podem estar mais próximas de se tornarem realidade. Pelo menos é o que vem acontecendo no Japão com o desenvolvimento de hoverbikes, as chamadas "motos voadoras". A empresa japonesa A.L.I. Technologies demonstrou o funcionamento de uma hoverbike no circuito de Fuji, no Japão, que já sediou etapas da Fórmula 1 e o ciclismo nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

O projeto, batizado pela empresa de XTurismo, está em desenvolvimento desde 2017 e tem funcionamento semelhante à tecnologia de um drone. A diferença está no deslocamento mais perto do solo. A moto tem pouso e decolagem vertical, autonomia de apenas 40 minutos e pode atingir a velocidade de 100 km/h, de acordo com os dados da fabricante divulgados pelo Techtudo.

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Veja o vídeo do funcionamento da "moto voadora":

A hoverbike pesa cerca de 300 kg e é construída com seis hélices, sendo duas onde ficariam as rodas e quatro nas pontas, servindo de equilíbrio e sustentação para o piloto. O protótipo é um híbrido formado por um motor à combustão padrão e quatro elétricos. A startup desenvolvedora A.L.I. Technologies tem como principais investidores grandes empresas como a Mitsubishi Electric e a Kyocera. Este primeiro modelo, mesmo ainda não sendo suficiente para longos caminhos, está sendo vendido por US$ 680 mil (cerca de R$ 3,9 milhões).

Mas, por outro lado, a startup tem concorrentes, entre eles, a empresa Jetpack Aviation, que anunciou em outubro, seu modelo de hoverbike, com lançamento previsto para 2023. Mas por outro lado, diferentemente da XTurismo, este é um projeto que ainda não saiu do papel, mas promete atingir a velocidade de 240 km/h e tem preço previsto de R$ 380 mil (R$ 2,1 milhões), segundo informações do Techtudo.

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