Mourão sobre Lázaro: ‘Igual buscar leão na selva’

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Brazil's Vice President Hamilton Mourao attends the opening ceremony of the LAAD Defence and Security International Exhibition in Rio de Janeiro, Brazil, Tuesday, April 2, 2019. (AP Photo/Leo Correa)
Foto: AP Photo/Leo Correa
  • Vice-presidente deu declarações a jornalistas

  • Disse que não se pode criticar as forças de segurança pela demora na captura

  • Presidente Bolsonaro também já comentou o caso

O vice-presidente Hamilton Mourão comentou, nesta sexta-feira (18), sobre as buscas por Lázaro Barbosa de Sousa, acusado de diversos crimes no Distrito Federal e Goiás, incluindo o assassinato de uma família. O vice-presidente afirmou que a operação é como “buscar leão na selva”.

"Igual buscar leão na selva. Vai batendo o mato. É uma operação demorada, não é simples", disse para jornalistas.

A perseguição ao “Serial Killer do DF” já está no décimo dia e mobiliza mais de 200 policiais da Polícia Civil e Militar de Goiás e do Distrito Federal, além de 20 agentes da Força Nacional que foram enviados pelo Ministério da Justiça.

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"Não é simples você achar uma pessoa. É uma área larga, então primeiro você tem que isolar, e depois vai dividindo por quadrante e vai vasculhando quadrante por quadrante até achar o cara", afirmou Mourão.

O general também disse que não se deve criticar os agentes envolvidos no caso pela demora em capturar Lázaro. “É uma pessoa só. Se fossem mais, seria mais rápido. O cara se mete em cima de árvore vai pra baixo de tronco", disse.

Os agentes envolvidos na investigação afirmam que o criminoso é experimente em se movimentar em uma área de mata e chácaras, o que possibilita que ele fure o cero policial.

“Ele conhece muito bem a área”, disse o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda. “É mateiro e está fazendo esforço enorme para se esconder e fugir da polícia.”

"Uma operação de vasculhamento é isso aí, você tem que ir apertando até chegar no ponto que o cara está", disse Mourão.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) também já deu declarações sobre Lázaro. Na quinta-feira (17), ele usou o caso para defender a flexibilização do porte e da posse de armas de fogo.

"Tem um maníaco aqui na região de Distrito Federal, Goiás, cometendo barbaridade aí. Matando gente, estuprando. [...] Este elemento aqui tentou aí entrar numa residência numa chácara e foi repelido porque o cara tinha uma [arma] calibre 12 lá dentro", afirmou o presidente.

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