Mulher é presa suspeita de enviar doces envenenados a noivos às vésperas do casamento

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Mulher é presa suspeita de enviar doces envenenados a noivos às vésperas do casamento
Mulher é presa suspeita de enviar doces envenenados a noivos às vésperas do casamento
  • De acordo com a polícia, a ex-namorada não aceitava o fim do relacionamento;

  • Quatro pessoas foram internadas;

  • O cachorro da família também comeu os doces envenenados

Às vésperas do casamento, um casal de noivos e outros três parantes, incluindo uma criança de dois anos, acabaram internados após receberem uma cesta de doces envenenados em Jaíba, Minas Gerais, na última quinta-feira (23). O cachorro da família morreu após também ingerir o chocolate com uma substância que ainda é analisada pela Polícia Civil. De acordo com os investigadores, a trama foi arquitetada por uma ex-namorada do noivo que não aceitava o novo relacionamento. Ela foi presa nesta sexta-feira. 

A festa de casamento de Dione Quirino, de 35 anos, e Amanda de Cássia Lopes, de 27, estava marcada para acontecer neste sábado. Eles receberam a cesta de doces em casa na quinta-feira, que veio acompanhada de vinho, taças e chocolate, entregue por um taxista. A caixa estava em nome de uma pessoa conhecida do casal, o que fez com que eles não desconfiassem. 

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Ela (a suspeita) foi a uma outra cidade, a uns 35 quilômetros de Jaíba, e de lá entregou a encomenda para um mototaxista, que entregou para um taxista e ele fez a entrega para as vítimas — contou o delegado Marconi Vieira Rocha, à frente do caso, ao portal UOL. 

Além da prisão, a Polícia Civil também cumpriu mandado de busca e apreensão na casa da mulher que teria enviado os doces envenenados. Lá, investigadores encontraram uma bolsa que foi usada na entrega e que teria sido devolvida para ela. 

Segundo reportagem do UOL, além do casal, Dione e Amanda, a mãe, a cunhada e a sobrinha pequena da noiva também foram envenenados. Os quatro adultos estão internados no Hospital Municipal de Jaíba com quadro de pneumonia e a criança está numa unidade pediátrica em Janaúba. 

A Polícia Militar informou que, no atendimento às vítimas, o socorro apontou que eles tiveram "um quadro de síndrome colinérgica grave após intoxicação, condição caracterizada por alterações do estado mental e fraqueza muscular". A perícia investiga qual substância foi inserida nos doces e o corpo do cachorro passará por análise no Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte. 

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