Mulher detida por xingar Bolsonaro diz que ele não ouviu ofensa

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    38.º presidente do Brasil
Brazilian President Jair Bolsonaro gestures during a ceremony for the signing of the consolidation of the new labor regulatory framework at the Planalto Palace in Brasilia, on November 10, 2021. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images.
  • Ela teria chamado o presidente de 'noivinha de Aristedes'

  • Advogado diz que momento era de estresse em meio ao trânsito

  • Defesa afirma que ainda não tem acesso aos detalhes do caso

A mulher detida por supostamente ter xingado o presidente Jair Bolsonaro (PL) no último sábado (27) disse que estava longe e que provavelmente ele não ouviu as ofensas. Em nota, sua defesa afirmou que ela estava dentro do carro, no banco do carona, e longe do presidente, e que foi ouvida apenas por policiais rodoviários federais, que fizeram a detenção.

O caso ocorreu em Resende, no Rio de Janeiro, onde Bolsonaro esteve para participar da cerimônia de formatura dos cadetes da Academia Militar de Agulhas Negras.

O advogado Luiz Augusto Guimarães argumentou ainda que não é possível vincular a ofensa ao presidente Bolsonaro, e que tudo ocorreu em um momento de muito estresse em meio ao engarrafamento.

No entanto, ele disse que ainda não teve acesso aos detalhes do caso de sua cliente, que não teve o nome divulgado.

"A gente ainda não teve acesso à íntegra dos autos, e os autos já foram remetidos à Justiça Federal em segredo de Justiça. A liberação de acesso ainda não ocorreu, não temos maiores detalhes sobre a natureza da acusação", afirmou ao portal G1.

Entenda a prisão da mulher que xingou Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro estava com sua comitiva na Dutra, próximo à Aman, e acenava aos veículos que trafegavam pela rodovia que liga São Paulo ao Rio, as duas cidades mais populosas do país, quando foi xingado.

A mulher, que era passageira do automóvel e não teve seu nome revelado, "proferiu palavras de baixo calão e xingamentos", segundo a polícia. O carro foi abordado pela PRF (Polícia Rodoviária Federal). Ela chamou o presidente de “noivinha de Aristides”.

Segundo informações que circulam nas redes sociais, o sargento Aristides teria sido instrutor de judô à época em que Jair Bolsonaro cursou a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende-RJ.

No local, ela foi encaminhada à equipe da Polícia Federal que estava na Dutra e, de lá, levada para a delegacia da PF em Volta Redonda (RJ), distante cerca de 50 quilômetros, para o registro de um termo circunstanciado pelo crime de injúria.

A mulher não chegou a ficar presa e foi liberada depois de ter assumido o compromisso de que vai comparecer em juízo.

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