Mulher é presa após atirar contra a cabeça do marido em Rondônia

Mulher disparou duas vezes contra o marido após discussão. Foto: Getty Images.
Mulher disparou duas vezes contra o marido após discussão. Foto: Getty Images.
  • Mulher atirou duas vezes contra o marido após discussão;

  • A própria companheira da vítima foi quem pediu ajuda após efetuar os disparos;

  • Um dos disparos atingiu a cabeça do marido de raspão.

Uma mulher de 42 anos foi detida por suspeita de tentativa de homicídio depois de atirar duas vezes contra o marido, no município de Ariquemes, em Rondônia, no último sábado (3). Um dos tiros atingiu a cabeça da vítima de raspão, enquanto o outro acertou o guarda-roupa do casal.

A própria companheira da vítima foi quem pediu ajuda após efetuar os disparos. Ela disse para a polícia que esteve bebendo durante o dia com o marido. Ao chegaram em casa, os dois discutiram, e, em seguida, ela disparou contra o companheiro.

O primeiro tiro da suspeita acertou o guarda-roupa do casal, enquanto o segundo, a cabeça do marido. Quando ele foi encontrado pela polícia havia uma poça de sangue em volta, mas estava consciente.

Em seguida, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou os primeiros socorros à vítima e depois a encaminhou para o hospital.

De acordo com a polícia, a autora possui o registro da arma. A pistola e as munições foram apreendidas, e a mulher recebeu voz de prisão por tentativa de homicídio.

Monitor da violência

De acordo com o índice nacional de homicídios criados pelo g1, a partir de dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal, o Brasil teve queda no número de morte durante os nove primeiros meses deste ano.

Foram registradas 1.065 mortes a menos do que em 2021. Em 2022, o país teve 31.252 mortes, de janeiro a dezembro. No ano passado foram 30.187 homicídios.

A pesquisa, que contabiliza e compila dados mês a mês, faz parte do Monitor da Violência, criado em conjunto pelo g1, pelo Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-UPS) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

*Com informações do g1.