Mulher reaparece após ser dada como morta ao sumir no mar no litoral paulista

Mulher foi dada como morta após sumir no mar da praia do Guaraú, no litoral sul de São Paulo. (Foto: Getty Creative)
Mulher foi dada como morta após sumir no mar da praia do Guaraú, no litoral sul de São Paulo. (Foto: Getty Creative)

Priscila Pereira da Silva, 46, viveu um verdadeiro milagre essa semana após se salvar de um afogamento. A esteticista de Guaraú, litoral paulista, caminhava com a patroa na praia quando uma forte onda a derrubou e a levou para longe da areia.

Ela ficou desaparecida por 10 horas e chegou a ser dada como morta pelo Corpo de Bombeiros. Nas redes sociais, amigos e familiares fizeram homenagens póstumas a ela até o momento em que ela reapareceu na cidade.

Ela foi socorrida depois de nadar de cachorrinho até umas pedras e se embrenhar por um trilha até chegar a uma estrada. A aventura narrada com satisfação é digna de filme porque antes de se salvar, Priscila ficou um bom tempo boiando à espera de algum socorrista.

Porém, nenhum socorro chegou e ela passou a se preocupar porque cada vez mais se afastava do local onde tinha se afogado.

Foi então que Priscila pensou na filha, de 7 anos, e decidiu que nadaria até chegar em terra firme. De longe ela avistou uma ilha e passou a nadar e boiar na esperança de que alguém a avistasse e chamasse socorro.

No caminho para a ilha ela chegou a afundar duas vezes e a vomitar. Com arranhões e machucado por todo o corpo pelas vezes em que bateu nas pedras, Priscila lembra do alívio que foi conseguir ficar em pé.

Depois de descansar ali por um tempo, a esteticista percebeu que havia um caminho na ilha e resolveu arriscar. De biquíni e toda machucada, ela subiu uma trilha e caminhando chegou a estrada que liga Peruíbe até Guaraú.

Entretanto, por causa de sua condição, nenhum motorista parou para ajudá-la com medo. Até que ela foi avistada pela amiga Fábia Martins do Nascimento, que a reconheceu. Emocionada, Fábia foi segurando a mão da amiga até chegar à cidade.

Priscila depois soube que era considerada como morta pela família e que a patroa até mesmo havia contratado uma psicóloga para tratar de sua filha. Aliviada e com senso de humor, Priscila diz que agora tem receio de voltar ao mar: "Morri, mas passo bem".

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