Mulher que roubou joias em BH não é amadora nem agiu sozinha, diz Polícia

Mulher é procurada por furto milionário de joias em BH - Foto: Reprodução/TV Globo
Mulher é procurada por furto milionário de joias em BH - Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está em busca de uma mulher suspeita de roubar um apartamento de luxo na última quarta-feira (26), em Belo Horizonte. Os agentes acreditam que ela faça parte de uma quadrilha especializada nesse tipo de delito.

Segundo o delegado Gustavo Barletta, há indícios de que a suspeita já tenha atuado em outros crimes até em mais estados do País.

“Não é uma pessoa que agiu de forma amadora, é uma associação criminosa que tem experiência nesse tipo de delito”, detalhou em coletiva de imprensa em Belo Horizonte nesta quinta-feira (27)

De acordo com informações do portal BHAZ, a vítima do roubo prestou depoimento e foi realizado exame pericial na cena do crime.

A investigação indica que a criminosa arrombou o apartamento utilizando uma chave de fenda e teria tido ajuda de pelo menos duas pessoas de fora do local.

R$ 1 milhão

O circuito de segurança flagrou o momento em que a mulher entra no prédio e sobe até o apartamento. Ela estava vestida de preto e usava um óculos de sol no momento em que aguarda o elevador e chega a cruzar com outra pessoa. De acordo com o boletim, a suspeita teria entrado no local se passando por moradora.

Os moradores do apartamento estavam viajando e o apartamento encontrava-se vazio no momento do crime. O porteiro disse ter confundido a ladra com uma hóspede e, por isso, deixou ela entrar. A mulher foi direto ao local onde estavam guardadas joias, o que indica que ela sabia onde ficavam os itens de maior valor.

Além de joias, também foram levadas duas pistolas do proprietário, que é colecionador de armas. A vítima estimou prejuízo em R$ 1 milhão, mas a Polícia indica que os itens devem ser repassados por valores consideravelmente inferiores.

“Muitas joias tem 40 anos e não tem como precisar se chegariam ao valor de R$ 1 milhão. No mercado paralelo, que é o que vai absorver esse material, esse valor cai bem abaixo e não deve passar de R$ 100 mil”, explicou o delegado Gustavo Barletta.