Multinacional aposta no Brasil e traz salgadinho famoso nos EUA

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Kellogg's escolheu Brasil como primeiro país em que o Cheez-it será produzido fora dos Estados Unidos (Divulgação)
Kellogg's escolheu Brasil como primeiro país em que o Cheez-it será produzido fora dos Estados Unidos (Divulgação)
  • Kellogg's traz ao Brasil o salgadinho Cheez-it, sucesso nos Estados Unidos

  • Biscoitos salgados de queijo são aposta da companhia no país em 2021

  • Receita foi adaptada ao paladar do brasileiro

O Brasil foi escolhido pela Kellogg’s para receber um dos salgadinhos mais famosos dos Estados Unidos, O Cheez-it, uma espécie de biscoito salgado de queijo. Segundo o vice-presidente e gerente geral da companhia no Brasil, Aberto Raich, como o brasileiro como gosta muito de queijo, o país é perfeito para receber a primeira produção do item fora dos Estados Unidos. As informações são da Exame.

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Como é o maior lançamento da companhia no país, a receita foi adaptada ao paladar do brasileiro. “Não basta ter sucesso em um país para acreditar que ele funcionará da mesma forma em outro. O produto estadunidense, por exemplo, tem um sabor cheddar mais forte e característico para as preferências daquela região", afirma a diretora de marketing da Kellogg's Brasil, Cristina Monteiro.

Assim, além da alteração na composição, o maquinário da fábrica em São Lourenço do Oeste (SC) e o trabalho dos operadores precisaram passar por adaptações. 

Parcerias

Para tentar popularizar o produto, a empresa fechou parcerias com Americanas, Ifood e Rappi para ampliar a distribuição de amostras grátis, chegando a mais de um milhão de unidades distribuídas em três meses. 

Aumento da receita

Em 2020, o crescimento da receita no país foi de 12%, chegando a US$ 13,7 bilhões, bem maior que o crescimento global, de 1,4%. Com as vendas do produto, que já pode ser comprado nos sabores cheddar, parmesão e provolone, a Kellogg’s Brasil prevê um aumento de até 15% na receita em 2021. 

Desde 2016, já foram investidos mais de US$ 100 milhões (cerca de R$ 525,19 milhões na cotação atual) na unidade catarinense de produção.