Murilo Benício diz que Alessandra Negrini está com ciúmes do filho trabalhar com ele

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Antonio será Vinícius, rapaz que terá embate com o pai, Raul, vivido por Murilo

A escalação de Antônio Benício em "Amor de mãe", próxima novela das 9, deixou a mãe do rapaz, Alessandra Negrini, enciumada. Murilo Benício, que está na trama e viverá o pai do próprio filho na ficção, tem confidenciado a amigos que a ex-mulher ficou com ciúmes ao saber que o filho vai trabalhar e morar um tempo com o pai no Rio.

Por conta das gravações, Antônio, que vive até então em São Paulo com a mãe, vai passar uma temporada com Murilo Benício.

 

 

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  • Lula cita nazismo ao atacar Globo e defende críticas de Bolsonaro à imprensa
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    Folhapress

    Lula cita nazismo ao atacar Globo e defende críticas de Bolsonaro à imprensa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou o nazismo ao falar sobre o tratamento jornalístico dado pela TV Globo às mensagens da Lava Jato obtidas pelo site The Intercept Brasil. Para ele, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) faz algumas críticas à emissora que são corretas. As declarações foram dadas em entrevista ao UOL publicada neste domingo (26). Questionado sobre os ataques de Bolsonaro a jornalistas, Lula afirmou que, durante seu governo, de 2003 a 2010, houve "um momento de oito anos de pensamento único contra o Lula". Em seguida, relacionou ao nazismo à cobertura jornalística da TV Globo sobre as mensagens obtidas pelo Intercept e divulgadas pelo site em parceria com outros veículos, como a Folha. Os diálogos colocaram em dúvida a imparcialidade do então juiz Sergio Moro ao expor sua atuação nos bastidores, em parceria com policiais e procuradores na linha de frente das investigações. "O que a Globo está fazendo com o Intercept, era capaz que o nazismo não fizesse. Ela só teve coragem de citar o Intercept duas vezes: quando o Intercept publicou o nome do Faustão, que acho que tinha dado aula pro Moro, e quando foi citar o nome do Roberto D'Ávila, que tinha trabalhado para arrecadar dinheiro para o meu filme. A Globo não fez sequer matéria contra a fajutice da denúncia do Ministério Público [contra o jornalista Glenn Greenwald, diretor do site]. Então, isso é censura", disse Lula. Os diálogos dos procuradores da Lava Jato, porém, foram alvo de reportagens do programa Fantástico, da TV Globo, quando da revelação das primeiras mensagens. A denúncia do Ministério Público contra Glenn também foi noticiada pela emissora. Em nota, a emissora afirma que Lula "deveria se informar melhor antes de fazer afirmações falsas". "A Globo cobriu amplamente as denúncias do Intercept. A Al-Jazeera pediu em julho do ano passado um levantamento sobre a minutagem da cobertura. No levantamento, a Globo informou que, apenas de 9 de junho a 24 de julho, a emissora publicou uma hora e quarenta e três minutos de reportagens sobre o assunto no JN e no Fantástico --se considerássemos os outros telejornais esse tempo seria muitas vezes maior. E nos meses seguintes continuou publicando as novidades do caso. As reportagens estão disponíveis no Globoplay e qualquer um pode atualizar o levantamento", afirmou. Sobre o caso da denúncia contra Glenn, a Globo diz que "publicou matéria de sete minutos, com ampla divulgação às críticas a ação do procurador, inclusive um vídeo do próprio Glenn". A citação do petista ao nazismo ocorre cerca de uma semana após a demissão do secretário de Cultura Roberto Alvim, que em um vídeo copiou um trecho de discurso do ministro da Propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels. Indagado se então o comportamento de Bolsonaro em relação à imprensa seria justificável, o petista respondeu que "tem crítica que ele faz que é correta". "Acho que tem crítica que ele [Bolsonaro] faz que é correta. Dê a ele o mesmo direito que dá aos outros, direito de falar, abra para ele falar. Na greve dos jornalistas de 1979, os donos de jornais descobriram que não precisavam tanto de jornalistas, que poderiam fazer jornalismo sem precisar do jornalista. Agora, o Bolsonaro está provando que é possível fazer notícia sem precisar dos jornais, da televisão. Ele faz por ele mesmo. Aliás, o Trump já fez escola", continuou. Lula, no entanto, criticou o fato de o presidente privilegiar as redes sociais em detrimento do atendimento à imprensa. "Eu ainda respeito, marco toda semana uma entrevista. Não acho que é correto um presidente da República se comunicar pelo seu Twitter, um presidente da República tem a obrigação de prestar contas à democracia, atendendo a imprensa. Não aquele cafezinho formal, em que tem um general como porta-voz, que é tudo quase militarizado. Mais do que no tempo dos militares. Marca uma entrevista livre com a imprensa e deixa a imprensa perguntar!" Sobre as eleições de 2020, Lula falou que o PT "não tem os grandes nomes que já teve na ativa" e que o partido está disposto a fazer alianças políticas. Afirmou ainda que Eduardo Suplicy, que está reunindo assinaturas de apoio à sua pré-candidatura para a Prefeitura de São Paulo, pode surpreender. Lula deu razão à Fernando Haddad, que disputou as últimas eleições presidenciais e, segundo o ex-presidente, não quer concorrer à Prefeitura de São Paulo novamente. "O Haddad é um quadro muito importante, tem uma tarefa nacional e internacional importante para o PT. Acho que está correto em não querer ser candidato." O ex-presidente opinou ainda sobre o primeiro ano de Jair Bolsonaro e afirmou que, mesmo quem não votou em Bolsonaro deve entender que "ele é presidente". Para Lula, o atual presidente deveria "parar de falar bobagem" e "ficar dando recado para o seu clube". "Eu vou ficar sentado na cadeira, dizendo que ele não presta e torcendo para que dê tudo errado? Não. Nós temos que torcer para que estas pessoas governem pensando na maioria do povo brasileiro", afirmou ele. O petista disse ainda que Bolsonaro pode recuperar sua popularidade nos próximos anos. "Por isso que eu acho que a gente não tem que ficar perguntando se Bolsonaro cresceu, se ele caiu, ele tem que governar quatro anos, ele foi eleito para cumprir um mandato de quatro anos. E ele que governe com a maior competência possível porque, se for bem, tem o direito a ser candidato à reeleição", completou.

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    Bruna Marquezine explica início de amizade com Manu Gavassi, do 'BBB20'

    Um nome forte da torcida de Manu Gavassi no "Big Brother Brasil 20" é Bruna Marquezine. A atriz faz...

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    O Globo

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    Atriz lembra que correu da polícia ao posar nua no meio da rua e pede uma chance à Regina Duarte: 'Se tornou mais conservadora, mas isso não a torna perversa'

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    Após Bianca negar assédio, produção decide manter Petrix no BBB 20

    A influenciadora foi questionada sobre o episódio e disse que não se sentiu incomodada

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    O Globo

    Ministro da Educação aceita pedido de seguidor do Twitter para recorrigir prova da filha

    Apesar de menina "ter certeza" que nota estava errada, Weintraub revisou resultado e disse que prova foi corrigida corretamente

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    Temendo fracasso e sem partido, Bolsonaro se afasta de Eleições 2020

    As consequências negativas para uma eventual reeleição em 2022 preocupam Bolsonaro

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    Porto coloca Jorge Jesus, do Flamengo, como prioridade para técnico da próxima temporada, diz jornal

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  • Mulher morre em concurso para comer bolos na Austrália
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    Mulher morre em concurso para comer bolos na Austrália

    Uma mulher morreu em um concurso de comer bolos na Austrália, por ocasião da festa nacional - informou a imprensa local nesta segunda-feira (27).

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    Motorista atropela 18 pessoas e mata 2 em bar no interior de SP

    O motorista de uma S-10 foi expulso após brigar com três mulheres e voltou com o veículo, atropelando e matando 2

  • Ministro da Educação cai em fake news sobre demissão de Reinaldo Azevedo e se retrata
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    Ministro da Educação cai em fake news sobre demissão de Reinaldo Azevedo e se retrata

    Após se retratar, ministro foi criticado nas redes sociais por seguidores que pediram para que Weintraub se preocupassem em solucionar os problemas da edição 2019 do Enem

  • Bolsonaro e Mourão se irritam com Witzel após governador gravar e divulgar conversa com vice
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    Bolsonaro e Mourão se irritam com Witzel após governador gravar e divulgar conversa com vice

    DÉLI, ÍNDIA (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demonstrou irritação com o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), por esse ter telefonado para o vice-presidente Hamilton Mourão, gravado a conversa em vídeo e a divulgado em seguida em suas redes sociais. Na Índia, onde está em seu último dia de visita oficial, Bolsonaro afirmou: “Pelas imagens, ele [Wizel] tá no seu carro e um assessor filma; aí ele liga para o presidente em exercício. Eu acho que não é usual alguém fazer isso; eu não gostaria que fizessem isso comigo, o que se trata por telefone, tem que ser reservado”. Enquanto Bolsonaro está fora do país, em viagem à Índia, Mourão é o presidente interino. No vídeo compartilhado por Witzel em sua conta no Twitter, ele é filmado por um assessor enquanto liga para Mourão e diz: “Senhor presidente, boa tarde” e fala sobre os problemas causados pelas chuvas em municípios do Rio e a necessidade de levar água para os locais afetados. Mourão diz estar ciente. “Vou pedir para o ministro Fernando [Fernando Azevedo, ministro da Defesa] intensificar isso aí”, diz. “Qualquer coisa a gente apoia mais alguma coisa aí no RJ, governador. Fica tranquilo”. Nesta segunda-feira, em Brasília, o presidente interino também criticou o governador do Rio. Segundo Mourão, Witzel esqueceu a “ética” e a “moral” ao ter gravado a conversa sem autorização. “Em relação ao governador Wilson Witzel, ele diz que foi fuzileiro naval. Eu acredito que ele esqueceu a ética e a moral, que caracterizam as Forças Armadas, quando saiu do Corpo de Fuzileiros Navais. Nada mais eu tenho a dizer a respeito”, afirmou Mourão. Em seu Twitter, ao compartilhar o vídeo, Witzel afirmou: “Solicitei ao presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, e ao Ministério da Defesa apoio para o envio de água potável às pessoas atingidas pelas chuvas no Norte/Noroeste do RJ. A ajuda do Governo Federal será fundamental para socorrer a população dessa região.”​Bolsonaro e Witzel, que é pré-candidato à Presidência, têm entrado em atrito nos últimos meses. No fim de novembro, Bolsonaro acusou Witzel de manipular as investigações do caso Marielle Franco e disse que a sua vida “virou um inferno” desde a eleição do seu ex-aliado. Ele afirmou, ainda, que o governador do Rio tem usado a Polícia Civil do estado para atingi-lo. Bolsonaro e Witzel têm trocado ataques desde que o ex-juiz anunciou sua intenção de se candidatar à Presidência em 2022. O governador disse que irá processá-lo pelas acusações de manipular o caso Marielle. Segundo reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo em janeiro, entrar em choque com o presidente Jair Bolsonaro parece ser fatal, ao menos nas redes sociais. A deputada Joice Hasselmann (PSL) e os governadores João Doria (PSDB-SP) e Witzel são grandes exemplos disso, aponta índice de popularidade digital, feito pela consultoria Quaest. A empresa analisa o desempenho digital de figuras públicas no Facebook, Instagram e Twitter. Enquanto eram aliados a Bolsonaro, Joice, Doria e Witzel chegaram a ser líderes no índice em seus grupos (deputados federais e governadores, respectivamente). Após o rompimento, ambos desabaram no levantamento. Além disso, Joice, Doria e Witzel passaram a ser criticados abertamente na rede por pessoas próximas ao presidente, como seu filho Eduardo. Em agosto e setembro, Wizel foi o gestor estadual com melhor popularidade nas redes sociais, segundo o índice. Ele se elegeu apoiando o então candidato Bolsonaro e manteve alinhamento até meados deste ano. Em setembro, porém, passou a se colocar enfaticamente como possível candidato a presidente. Após esse movimento, Witzel passou também a ser criticado por Bolsonaro e seu entorno. O presidente tem dito que a polícia do Rio, sob comando de Witzel, tem perseguido o senador Flávio Bolsonaro na investigação sobre "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio quando era deputado estadual. Witzel, então, desabou no índice de popularidade digital, ficando em novembro apenas como o 9º governador com maior popularidade.

  • Estado Islâmico anuncia 'nova fase' de ataques com Israel como alvo
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    AFP

    Estado Islâmico anuncia 'nova fase' de ataques com Israel como alvo

    Em mensagem de áudio divulgada nesta segunda-feira (27), o grupo radical Estado Islâmico (EI) afirmou que irá lançar uma "nova fase" de sua "jihad", visando especificamente a atingir Israel.

  • Justiça penhora Hilux de Ciro Gomes para indenizar Fernando Holiday
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    Justiça penhora Hilux de Ciro Gomes para indenizar Fernando Holiday

    A declaração do ex-governador do Ceará aconteceu em entrevista à Rádio Jovem Pan, em junho de 2018

  • Pesquisa descobre ilhas construídas por indígenas na Amazônia
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    Agência Brasil

    Pesquisa descobre ilhas construídas por indígenas na Amazônia

    Arqueólogos do Instituto Mamirauá descobriram que há ilhas artificiais, também chamadas de “aterrados”, em áreas de várzea do Médio e Alto Solimões, no Estado do Amazonas. Essas ilhas foram construídas em períodos que antecederam a chegada de colonizadores portugueses e espanhóis à região.Mais de 20 ilhas foram identificadas. Elas medem entre um e três hectares e têm até sete metros de altura. As ilhas têm formato piramidal com a base maior. Na parte de cima, que fica na superfície inclusive na época de cheia, o material cerâmico utilizado no solo ajuda a estabilidade do terreno e as bordas têm forma de talude (rampa), que facilita acesso à água e à atividade de pesca. Pesquisa descobre ilhas construídas por indígenas na Amazônia - Márcio Amaral/ Instituto MamirauáConforme o Instituto Mamirauá “foram encontradas cerâmicas do estilo corrugado, caracterizado esteticamente pelas ‘rugas’, camadas modeladas nos vasos e peças. O estilo cerâmico, datado dos séculos 15 e 16, é comum a grupos tupis”. Além desse material, os pesquisadores identificaram “fragmentos de cerâmica do estilo Hachurada Zonada, tipo ainda mais antigo – acredita-se que por volta de mil a.C.” A hipótese dos arqueólogos é que essas ilhas foram erguidas e utilizadas pelos omáguas, povo indígena antigo - ascendente dos atuais kambebas, etnia amazônida no Brasil e no Peru. Relatos de cronistas do século 16, que acompanharam expedições de colonizadores, registram a descrição de povos: “eles eram tantos que se arrojaram e moram em ilhas”, conforme documento histórico citado à Agência Brasil por Márcio Amaral, do Grupo de Pesquisa em Arqueologia e Gestão do Patrimônio Cultural da Amazônia do Instituto Mamirauá. O arqueólogo se impressiona com o volume de terra que os omáguas movimentaram para formar as ilhas artificiais. A terra foi retirada de locais cavados, que desde então formam depressões. “É um volume absurdo de terra que foi movimentada. Se essa movimentação de terra fosse mecanizada, seriam necessários vários tratores várias caçambas, várias pás-carregadeiras – uma estrutura monumental”, assinala.  Pesquisa descobre ilhas construídas por indígenas na Amazônia - Márcio Amaral/ Instituto MamirauáA estimativa é de que haja na região cerca de 250 sítios arqueológicos na região, dos quais cerca de 20 são ilhas artificiais. O número de ilhas e o volume de terra deslocado levantam hipóteses entre os pesquisadores sobre o nível de conhecimento, a capacidade tecnológica, a densidade populacional e a organização social dos omáguas. “Certamente havia muitas pessoas e havia uma organização para essas pessoas construírem e movimentar terra. Tinha que saber onde colocar. Seguramente, havia [pessoas que cumpriam a função de] engenheiros. As ilhas são rampadas. Para aguentar a distribuição do peso fizeram com uma distribuição proporcional”, descreve Márcio Amaral. As pesquisas feitas pelos arqueólogos do Instituto Mamirauá, com apoio do ICMBio, são desenvolvidas há cinco anos. Segundo eles, construções similares foram encontradas na Ilha do Marajó, no Pará, e em Llanos de Mojos, na Bolívia.  *A matéria foi alterada às 12h41 do dia 27 de janeiro para correção do número de ilhas no penúltimo parágrafo

  • 10 perguntas para saber mais sobre o novo Coronavírus
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    10 perguntas para saber mais sobre o novo Coronavírus

    Confira 10 perguntas para saber mais sobre o novo Coronavírus

  • Defensoria Pública informa Justiça que Weintraub ofendeu o 'princípio da impessoalidade'
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    O Globo

    Defensoria Pública informa Justiça que Weintraub ofendeu o 'princípio da impessoalidade'

    Abraham Weintraub aceitou pedido de seguidor do Twitter para recorrigir prova do Enem da filha

  • Sobe para 47 o número de mortos em Minas Gerais desde o início de temporais
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    Sobe para 47 o número de mortos em Minas Gerais desde o início de temporais

    As fortes chuvas já deixaram 121 cidades do estado em situação de emergência e três decretaram calamidade pública

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    O Globo

    Feijoadas aquecem o pré-carnaval da Barra

    Windsor Barra promove dois eventos em fevereiro

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    Negociação entre Flamengo e Arsenal por Pablo Marí trava por impasse nos termos

    A negociação entre Flamengo e Arsenal pela contratação de Pablo Marí esfriou. O motivo foi a...

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    Folhapress

    Lava Jato angolana mira clã do ex-presidente

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As cenas de filhos de um ex-presidente acuados e de generais outrora temidos caindo em desgraça tornaram-se parte da rotina dos angolanos. Num país governado de forma autocrática até recentemente, o cenário tem ecos do choque causado no Brasil pela Lava Jato. O lance mais dramático aconteceu no último dia 19, com a divulgação de documentos batizados de "Luanda Leaks". Os papéis contêm evidências robustas de desvios de dinheiro público por Isabel dos Santos, 46, filha mais velha do ex-presidente José Eduardo dos Santos, 77, que governou o país por 38 anos (1979-2017). Considerada a mulher mais rica da África, com fortuna de US$ 2 bilhões, ela teria se apropriado de recursos do Estado em setores como petróleo, diamantes e telecomunicações, por meio de uma rede de empresas de fachada. Seu irmão mais novo, José Filomeno, 42, está sendo julgado sob acusação de desviar US$ 500 milhões (R$ 2 milhões) do Banco Central angolano. Ele chegou a ficar seis meses preso. Ex-sócio de Isabel, o general Leopoldino Fragoso Nascimento está colaborando com os investigadores e terá de entregar parte de seu patrimônio ao Estado. Há dezenas de outros casos parecidos. "É uma situação que há três anos ninguém poderia imaginar", diz Rafael Marques, principal jornalista investigativo angolano, que se especializou em revelar casos de corrupção e foi preso e processado pelo regime anterior. "Eu me acostumei a ver minivans com agentes em frente à minha casa. Agora, quando escrevo sobre corrupção, os procuradores não usam as informações para me processar, usam para investigar os denunciados", afirma ele. A mudança surpreendente na política angolana começou com o rompimento entre o atual presidente, João Lourenço, e seu antecessor, de quem foi ministro da Defesa. Eleito em 2017 confortavelmente montado na máquina do MPLA (Movimento Popular Pela Libertação de Angola), partido que se confunde com o Estado, Lourenço virou-se contra o ex-mentor. Um de seus primeiros atos foi afastar Isabel, hoje refugiada em Londres, do comando da Sonangol, a estatal petrolífera que controla um setor responsável por 80% do PIB do país. O gestou inesperado funcionou como uma espécie de salvo conduto para um Poder Judiciário que sempre se comportara como um braço do Executivo. Investigações, indiciamentos e prisões se sucederam em ritmo acelerado. Os motivos que levaram Lourenço ao rompimento com o antecessor são motivo de debate entre analistas. "Há uma percepção em Angola de que a ofensiva não é uma limpeza total dos corruptos, mas um jogo político mais focado na família e alguns poucos aliados do ex-presidente", diz o português Ricardo Soares de Oliveira, professor de ciência política na Universidade de Oxford e autor do livro "Magnífica e Miserável: Angola desde a Guerra Civil" (editora Tinta da China). O ex-presidente está morando em Barcelona, de onde tenta responder à torrente de acusações contra si e sua prole. A lei garante a ele imunidade penal até 2022. Na avaliação de Oliveira, Lourenço mirou os interesses de Santos porque o ex-presidente é um alvo fácil. "A família Dos Santos é impopular em Angola. Virando-se contra ela, o presidente não só tomou uma decisão bem recebida por muitos angolanos, como deu ao partido no poder um álibi: 'Não fomos nós, foram eles, essa família de corruptos'", afirma. Por enquanto, o cálculo do presidente tem funcionado. Não houve manifestações de rua de grande porte no país, apenas protestos isolados. A indignação popular tem ficado restrita à antiga elite que perdeu o poder junto com o ex-presidente, sem se voltar contra o MPLA. O partido de origem marxista-leninista governa Angola desde a independência, em 1975. Outro fator que pode ter motivado Lourenço é a situação econômica desastrosa. Depois de ter tido picos de crescimento de até 15% na década passada, em razão do boom do petróleo, Angola entrou em depressão com a queda do preço do barril. O PIB caiu nos últimos quatro anos, o que pode se repetir em 2020, embora o FMI aposte em elevação de 1,2%. Mesmo que haja crescimento, será insuficiente para baixar significativamente a taxa de desemprego de mais de 30%. "Há uma tentativa do presidente de gerar capital politico, já que a economia está em péssimo estado, e o governo não está em posição de mostrar melhorias a curto ou médio prazo", diz Oliveira. Estudiosa de Angola há duas décadas, a pesquisadora britânica Christine Gordon afirma que a sociedade do país tem um sentimento ambivalente sobre a prioridade dada por Lourenço à corrupção. "Isso é popular? Sim e não. As pessoas não conseguem ver benefícios diretos para suas vidas. Querem direitos, habitação, empregos. O presidente precisa entregar algo urgentemente", afirma Gordon, que trabalhou em diversas consultorias de risco e investimento baseadas em Londres. Uma de suas áreas de pesquisa é o setor de diamantes, onde Isabel também tinha interesses, inclusive em parceria com a Odebrecht numa mina no país. "Diamantes e corrupção sempre andam juntos, e em Angola esse ditado foi especialmente verdadeiro", diz. Ela vê risco para o futuro da cruzada anticorrupção caso o círculo de investigados se amplie demais. "Muitas pessoas se beneficiaram da corrupção em Angola, mesmo em escalões inferiores." Embora haja uma certa abertura, a oposição segue sendo frágil, os órgãos de investigação são desestruturados e as forças de segurança reprimem atos pacíficos. Na quinta (23), dez ativistas e dois jornalistas da Agência Lusa foram detidos em uma manifestação em Luanda. Foram liberados, mas o gesto serviu para mostrar que Angola ainda está longe de ser uma democracia plena.

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    Agência Brasil

    Itamaraty emite nota sobre os 75 anos de libertação de Auschwitz

    O governo brasileiro divulgou hoje (27) nota sobre os 75 anos da liberação do campo de concentração nazista em Auschwitz. No texto, o governo do Brasil saúda o povo judeu e o Estado de Israel  e diz que a data representa um "momento em que rememoramos uma das páginas mais hediondas da história e, ao mesmo tempo, celebramos a esperança da libertação". No texto, o Itamaraty relembra também que a vinculação do Brasil ao povo judeu tem raízes históricas. Destaca que a comunidade judaica no Brasil contribuiu e continua contribuindo para a formação da nacionalidade e da identidade brasileira."No século XX, o Brasil contribuiu para o esforço de guerra contra as potências do Eixo, por meio da atuação da Força Expedicionária Brasileira, a força militar latino-americana mais significativa a se juntar aos aliados. Membros do nosso Serviço Exterior, como Luiz Martins de Souza Dantas e Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, reconhecidos como "Justos entre as Nações”, auxiliaram milhares de judeus a escapar do jugo nazifascista. Seus exemplos continuam a inspirar a atuação brasileira no plano internacional", relembra o texto. A nota afirma ainda que o governo do presidente Jair Bolsonaro está implementando um "processo de profunda e produtiva reaproximação com o Estado de Israel. Ao mesmo tempo, passou a atuar, nos organismos internacionais, no sentido de evitar o tratamento discriminatório que muitas vezes ainda é imposto a Israel nesses foros". O texto finaliza com a afirmação de que o país "permanece mais do que nunca vigilante para que o flagelo do anti-semitismo e de qualquer ideologia desumanizante jamais prospere. A memória dos 75 anos da libertação de Auschwitz nos chama a redobrar nossos esforços em favor da dignidade humana e da liberdade, únicos alicerces duradouros da paz".Leia aqui a matéria especial da Agência Brasil sobre o Dia Internacional de Memória do Holocausto.*Com informações do Ministério das Relações Exteriores

  • Witzel veta plano de cargos da Saúde e reajuste geral no Orçamento de 2020
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    Witzel veta plano de cargos da Saúde e reajuste geral no Orçamento de 2020

    Assim como fez em 2019, o governador Wilson Witzel vetou o trecho na Lei Orçamentária Anual (LOA)...