"Não conseguia andar, não conseguia falar", diz Angélica sobre síndrome do pânico

Mariana Weber
·2 minuto de leitura
Angélica usa blusa e calça, ambos V7 na Dona Coisa, e bracelete Claudia Savelli
Angélica usa blusa e calça, ambos V7 na Dona Coisa, e bracelete Claudia Savelli

Prestes a estrear novo programa, Angélica concedeu uma entrevista exclusiva à revista “Ela”, do jornal “O Globo”, na qual relembrou o acidente de avião que sofreu com a família, há cinco anos.

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"Quando aconteceu o acidente aéreo, não tive nada", contou. "Depois de um ano, quando estava andando na rua, em Nova York, travei (de pânico). Liguei para o meu médico, ele receitou um remédio. Para entrar no avião, tive que tomar. E foi horrível. Não conseguia andar, não conseguia falar. Quando cheguei, falei: ‘Vou procurar uma alternativa’. Comecei a meditar. E o pânico foi embora.”

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Na mesma entrevista, Angélica não fugiu de temas polêmicos e falou sobre a repercussão em torno de sua fala "vibrador é vida", numa live.

Ela também comentou aspectos da vida ao lado do marido, o também Luciano Huck: “Fiquei dos 30 aos 40 tendo filhos. Tive o primeiro com 31 e a última com 39. Então era outro tipo de casamento. Nos últimos tempos é claro que melhorou. A gente tem mais tempo para conversar, para o sexo, para a troca".

A possibilidade de se tornar primeira-dama do Brasil, caso Huck seja candidato à presidência da república, também veio à tona. "Imagina poder maior do que estar na televisão desde os 4 anos? O que eu quero é fazer pelo outro ao meu redor", disse.

Novo programa

“Simples assim” é o nome do novo programa comandado pela loura, com estreia no dia 10 de outubro. A atração vai ocupar nas tardes de sábado da TV Globo.

“Depois de tanto tempo na televisão, me deu um desejo de não só divertir, mas levar a refletir, dar a mão e falar ‘tamo junto, todo mundo passa por isso’”, explica. Na atração, Angélica vai atuar como atriz e apresentadora, e contar ao público histórias de vida de anônimos e famosos.