'Não teve dinheiro para nada, todo mundo trabalhou no amor', diz mestre de bateria da Unidos da Tijuca

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RIO — Horas antes do desfile deste sábado, Casagrande, mestre de bateria da Unidos da Tijuca, gravou um vídeo em que mistura orientações para seus ritmistas e um desabafo sobre o ano que vive a escola. Nas imagens que circulam nas redes sociais, Casagrande ressalta que para este carnaval o trabalho foi feito sem dinheiro e "no amor".

— Esse foi um ano muito difícil para nós. Muito ensaio, não teve dinheiro para nada. Sei que todo mundo trabalhou no amor, no coração. Mas a gente gosta da escola e do que a gente faz. Estou muito emocionado aqui. Gratidão e gratidão — disse em meio a orientações para as "bossas" que a pura cadência levará para a Sapucaí.

A Unidos da Tijuca leva para o carnaval o enredo “Waranã – A reexistência vermelha”, que falará sobre ciclos, descendências e resistência. Desenvolvido pelo carnavalesco Jack Vasconcelos, conhecido por abordar temáticas políticas na Sapucaí, o Pavão vai mostrar a importância da luta dos povos indígenas.

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