Número de mortos em Honduras por ciclone Eta sobe para 23

·1 minuto de leitura
Um homem caminha pela estrada que liga a cidade de El Progreso, no departamento de Yoro, com o município de La Lima, no departamento de Cortes, em 7 de novembro de 2020
Um homem caminha pela estrada que liga a cidade de El Progreso, no departamento de Yoro, com o município de La Lima, no departamento de Cortes, em 7 de novembro de 2020

As chuvas torrenciais provocadas pelo ciclone Eta deixaram 23 mortos em Honduras. O país sofreu fortes enchentes no norte e noroeste de seu território, informaram as autoridades neste sábado(07). 

O número de vítimas subiu após o registro de 10 mortes na sexta-feira, conforme as operações de resgate alcançaram as áreas atingidas, indicou a Comissão Permanente de Contingência (Copeco). 

Um relatório da Copeco detalhou que cerca de 16.400 pessoas foram resgatadas por salva-vidas com 52 barcos e oito helicópteros da Força Aérea de Honduras e da Força-Tarefa Conjunta Bravo dos Estados Unidos, com base em Palmerola (centro). 

A agência anunciou que neste sábado quatro helicópteros enviados pela Guatemala se juntaram aos esforços de resgate.

Cerca de 50.000 socorristas ainda estavam trabalhando neste sábado para salvar as pessoas presas em suas casas inundadas. 

A "zona zero" foi declarada no norte do Vale do Sula, nos arredores de San Pedro Sula, a segunda cidade do país, onde o aeroporto internacional ficou coberto por água. 

Inundações foram registradas nos rios Ulúa, Chamelecón e Humuya, além de pequenos afluentes que transbordaram para formar um imenso lago no Vale do Sula. 

A Copeco acrescentou que mais de 1,7 milhão de pessoas e 1.072 casas foram afetadas e mais de 9.000 pessoas transferidas para abrigos. 

Além disso, 21 pontes foram destruídas e 24 danificadas. 

Autoridades panamenhas procuravam 29 pessoas desaparecidas na província de Chiriquí, na fronteira com a Costa Rica, onde cinco pessoas morreram nas enchentes e deslizamentos de terra deixados pelo Eta.

nl/mas/yow/mps/jc