Na disputa por vaga do TCU, Kátia Abreu une apoio de Renan Calheiros a Flávio Bolsonaro

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BRASÍLIA — Na disputa pela vaga do ministro Raimundo Carreiro, do Tribunal de Contas da União (TCU), indicado para a embaixada do Brasil em Portugal, a senadora Kátia Abreu (PP-TO) conseguiu unir o apoio do Palácio do Planalto ao de senadores de oposição, como Renan Calheiros (MDB-AL). Ela concorre, como favorita, com Antonio Anastasia (PSD-MG), o preferido do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP); e com o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra (MDB-PE).

A vaga de Carreiro é preenchida por indicação do Senado. O ministro foi escolhido no período em que Renan comandava a Casa e também é ligado ao ex-presidente José Sarney. Por isso, o MDB, maior bancada do Senado, com 15 parlamentares, vem atuando por um nome viável para a substituição, a fim de manter a influência no tribunal.

Os três candidatos têm procurado senadores para pedir apoio em conversas individuais e telefonemas. Segundo senadores ouvidos pelo GLOBO, a tendência é que não haja eleição e sim uma negociação interna entre as lideranças partidárias, como costuma ocorrer em indicações para o TCU. As vagas de ministro do tribunal costumam despertar interesse por serem um cargo vitalício, com uma remuneração de R$ 37 mil e uma série de vantagens. Na matéria completa, exclusiva para assinantes, entenda como as articulações de Anastasia, Kátia e Bezerra em torno da vaga, e como Kátia obteve o apoio de nomes do Planalto e da oposição, incluíndo o de Flávio Bolsonaro.

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