Na posse, Macron promete "planeta mais habitável" e defender independência da França e Europa

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O presidente francês, Emmanuel Macron, tomou posse para o segundo mandato na manhã deste sábado (7), em uma cerimônia de cerca de uma hora no Salão de Festas do Palácio do Eliseu. Em um breve discurso de dez minutos, ele prometeu agir para fazer da França "uma nação mais independente" e atuar na construção de "respostas francesas e europeias aos desafios do nosso século". Macron ainda se comprometeu a deixar como legado "um planeta mais hábitável".

O chefe de Estado de 44 anos entrou no Salão de Festas do Eliseu pontualmente às 11h (6h no horário de Brasília), ao som de um concerto para oboé do compositor alemão Georg Friedrich Haendel, executado pela orquestra de Câmara da Guarda Republicana. Ao menos 450 convidados estavam presentes na solenidade, entre eles os ex-presidentes Nicolas Sarkozy e François Hollande, o primeiro-ministro Jean Castex, ex-chefes de governo, oficiais, familiares do presidente e profissionais da saúde que estiveram na linha de frente da pandemia de Covid-19, além de esportistas e representantes de associações da socidade civil.

O presidente do Conselho Constitucional, Laurent Fabius, proclamou o resultado da eleição e parabenizou o centrista por este segundo mandato, que começará no dia 14 de maio. Macron recebeu pela segunda vez o grande colar da Legião de Honra, como prevê o protocolo, e iniciou seu discurso por uma menção ao retorno da guerra na Europa.

Ele disse que "agirá para evitar qualquer escalada após a agressão russa na Ucrânia, para ajudar a democracia com coragem para que ela prevaleça, para construir uma nova paz europeia e uma nova autonomia em nosso continente".

À direita, republicanos e centro-direita também devem anunciar hoje os primeiros candidatos ao Parlamento.


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