Namorada gata de Paulo Viera, Ilana Salles abre perfil com milhares de seguidores e pondera influência: ‘Ainda com medo’

Carol Marques
·2 minuto de leitura

Os seis meses de isolamento ao lado do namorado Paulo Vieira levaram Ilana Salles a duas conclusões. A primeira é a certeza de que os dois foram feitos um para o outro. A segunda é de que leva jeito para as redes sociais. A especialista em mídias, de 27 anos, abriu seu perfil no Instagram há pouco tempo e já colhe frutos.

“No início, eu tinha receio. Mantinha só aberto mesmo para amigos e família. Mas ele já curtiam o conteúdo, os vídeos... Mas quando decidi tornar públicas minhas redes, me surpreendeu o interesse das pessoas”, compara ela, que també é de Tocantis como o humorista.

Há quatro anos juntos, os dois trocam muita informação sobre o ambiente virtual. A experiência dele acabou incentivando Ilana na empreitada; “Eu estudeio para isso, sou pós-graduada em Social Media, cuido do perfil de outras pessoas, então por que não usar isso a meu favor?”, avalia.

Ilana, no entanto, ainda acha estranho que alguém se interesse por seu dia a dia. “É bem louco isso. Mas eu tenho compartilhar o que é de verdade. Minha rotina de exercícios, nessa fase de chuta o balde e cata o balde tentando ser firness (risos), mostro o que eu gosto, minhas dicas”, enumera ela, que percebeu a curiosidade de seus seguidores sobre a vaidade: “Sempre fui vaidosa, gosto de me cuidar, dou atenção para os cabelos. Mas tem muita gente que acha que é de agora”.

De fato, a fase “blogueirinha” é novidade na vida da moça, que ainda se espanta com o novo posto. “Acho estranho ainda quando alguém diz que comprou algo por minha causa ou está usando algo que eu indiquei. isso tem um peso”, pondera ela, que ainda não sabe se quer se tornar uma influenciadora: “Ser um influencer é muito maior que indicar um produto recebido. É ter responsabilidsade sobre o que faz e diz, é uma questão de posicionamento, de política mesmo. Não vejo como ser de outra forma, mas ainda fico com medo disso”.

Ela e Paulo ainda não se casaram, mas a experiência de confinamento, porém, deu uma amostra da vida juntos. “Nunca ficamos tanto tempo convivendo assim. No máximo dois meses, quando vinha de Palmas, ou ele ia para lá. Nessa quarentena fizemos absolutamente tudo o que o outro fazia. se estava vendo TV, ele vinha ver comigo, se estava lendo, eu estava também. E a gente estava mesmo em casa, num lugar pequeno. Óbvio que tivemos nossas discussões, mas a pandemia só veio para fortalecer nosso relacionamento”, garante.