Nascidos em outubro já podem retirar em dinheiro 5ª parcela do auxílio emergencial

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Os trabalhadores nascidos em outubro — sem direito ao Bolsa Família — podem sacar a quinta parcela do auxílio emergencial 2021 a partir desta quinta-feira (dia 16). O dinheiro foi creditado pela Caixa Econômica Federal em contas poupanças sociais digitais.

No caso deste grupo, a quantia foi depositada em 28 de agosto. Desde então, os recursos somente podiam ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de boletos (como contas de água, luz, gás e telefone) e de compras feitas em farmácias, supermercados e lojas (via cartão virtual gerado na hora ou QR Code).

Agora, a retirada pode ser feita em agências do banco, em correspondentes bancários Caixa Aqui ou em casas lotéricas.

Os valores do auxílio emergencial 2021 correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família).

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Nascidos em janeiro - 1º de setembro

Nascidos em fevereiro - 2 de setembro

Nascidos em março - 3 de setembro

Nascidos em abril - 6 de setembro

Nascidos em maio - 9 de setembro

Nascidos em junho - 10 de setembro

Nascidos em julho - 13 de setembro

Nascidos em agosto - 14 de setembro

Nascidos em setembro - 15 de setembro

Nascidos em outubro - 16 de setembro

Nascidos em novembro - 17 de setembro

Nascidos em dezembro - 20 de setembro

Calendário:

1) Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no app Caixa Tem, selecionar a opção "saque sem cartão" e "gerar código de saque".

2) Depois, basta inserir a senha para ter acesso ao código de saque na tela do celular, o qual tem validade de uma hora e deve ser informado nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Leia mais: Auxílio Brasil vai pagar pouco aos mais vulneráveis e mais a quem menos precisa, avaliam especialistas

Esses trabalhadores sem direito ao Bolsa Família se inscreveram para ter o benefício ainda em 2020. O cadastramento foi feito por aplicativo, site ou agência dos Correios.

São informais, desempregados, microempreendedores individuais (MEIs), autônomos e inscritos no CadÚnico sem direito ao programa social de transferência de renda, que continuam elegíveis ao pagamento em 2021.

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